A pianista virtuosa Jennifer Rogiers, de 23 anos, tem vivido com um terrível segredo a maior parte de sua vida. Quando ela entra na mundialmente famosa competição Queen Elisabeth, a memória de uma experiência traumática da infância vem à tona novamente.
queria comentar como musicista mas não consigo
eu gostei que abordaram que muitos músicos tocam e sentem não só a música mas sim por lembranças vividas também
quero reclamar de mais um filme sobre: nome em portugues vs o que realmente é
Assistível...não é ruim...mas ta bom.
A atriz principal é péssima e enterrou o filme.
Tentaram fazer algo estilo whiplash com cisne negro e falharam miseravelmente.
Por exemplo terem riscado o rosto dela no quadro da competição. Com certeza foi ela mesma que fez aquilo. Ela odeia tocar piano pois a mantinha longe do pai. Ela toca a peça que lembra frio e neve, mas ela odeia frio e neve pois lembra a morte do pai.
O piano para ela era uma tortura.
O final do filme não nos diz nada.
Deveria revelar que foi ela que riscou a foto dela.
Mas ela convence a si mesma que foi o outro rapaz. Joga a culpa em outro rapaz para não ter que assumir que odeia a si mesma e que odeia tudo aquilo a seu redor sobre piano e música.
O roteiro não revela quem de fato riscou o rosto dela.
Deveriam mostrar mais claramente que ela está fazendo algo que odeia nao apenas pela expectativa da mãe, mas tbm como uma forma de auto tortura pela morte do pai.
E ela segue nesse ciclo.
Ela está presa nisso e não chega a lugar algum.
A personagem começa e termina o filme no mesmo lugar.
Ela tbm culpa a mãe pela morte do pai por hipotermia ao ter ficado caído bêbado do lado de fora numa tempestade de neve quando as duas o viram pela janela do 1° andar. Ela tbm viu e preferiu deixar a mãe lavar a cabeça dela no banho. Ritual esse que virou um TOC pra ela como querendo limpar a culpa que sente ou se torturar.
O filme tenta explorar traumas de infância de uma garota criada num núcleo familiar desestabilizado e a sua busca pela excelência artística num concurso entre pianistas. No entanto, a execução desses temas é muito rasa, talvez devido a um roteiro que simplificou a complexidade emocional ou à falta de um desenvolvimento mais envolvente dos personagens.
A premissa é interessante, mas não me impactou em quase nada.