"A Quietude" é um drama familiar controverso, dirigido por Pablo Trapero, que aborda a memória ditatorial e o autoritarismo patriarcal. A história se passa no rancho da família Montemayor, onde segredos e relações problemáticas são revelados após o AVC do pai. As personagens femininas são moldadas pelo poder masculino, enquanto o silêncio permeia a vida delas. O filme apresenta uma narrativa sutil e detalhada, explorando temas como política e história. Apesar de reviravoltas e cenas desnecessárias de sexo, o filme é marcante pela sensibilidade, abordando tabus e provocando incômodo.
Gosto muito do trabalho da Martina Gusman, porém, estava meio reticente em assistir a esse filme devido ao conteúdo um tanto incestuoso. Acabei de assistir, achei algumas cenas incômodas mas o filme não é ruim. São tantos os conflitos, tantos segredos... Destaque para as atuações das três atrizes.
Esse filme tinha potencial pra ser ótimo, tinha de verdade. Mas aí fazem o quê? Botam cenas desnecessariamente longas de sexo com teor incestuoso no meio. Se não fosse por isso, teria tudo pra ser um filme com uma pegada meio Noah Baumbach (que é um diretor que eu adoro), meio constrangedor e pra rir de nervoso. Mas aí jogam um monte de cena de sexo nada a ver que acabaram com o filme pra mim. O QUE DIRETORES INDEPENDENTES TÊM COM CENAS DE SEXO DESNECESSARIAS E LONGAS???? Ranço.
Acho que era assim que as pessoas que foram ver Azul é a Cor Mais Quente no cinema se sentiram.
"A Quietude" é um drama familiar controverso, dirigido por Pablo Trapero, que aborda a memória ditatorial e o autoritarismo patriarcal. A história se passa no rancho da família Montemayor, onde segredos e relações problemáticas são revelados após o AVC do pai. As personagens femininas são moldadas pelo poder masculino, enquanto o silêncio permeia a vida delas. O filme apresenta uma narrativa sutil e detalhada, explorando temas como política e história. Apesar de reviravoltas e cenas desnecessárias de sexo, o filme é marcante pela sensibilidade, abordando tabus e provocando incômodo.
Um dos mais esquecíveis da carreira do Trapero.
Boas atuações, mas quanto mistério, libidinagem e sofrência no seio da família burguesa argentina rs
Gosto muito do trabalho da Martina Gusman, porém, estava meio reticente em assistir a esse filme devido ao conteúdo um tanto incestuoso. Acabei de assistir, achei algumas cenas incômodas mas o filme não é ruim. São tantos os conflitos, tantos segredos... Destaque para as atuações das três atrizes.
Esse filme tinha potencial pra ser ótimo, tinha de verdade. Mas aí fazem o quê? Botam cenas desnecessariamente longas de sexo com teor incestuoso no meio. Se não fosse por isso, teria tudo pra ser um filme com uma pegada meio Noah Baumbach (que é um diretor que eu adoro), meio constrangedor e pra rir de nervoso. Mas aí jogam um monte de cena de sexo nada a ver que acabaram com o filme pra mim.
O QUE DIRETORES INDEPENDENTES TÊM COM CENAS DE SEXO DESNECESSARIAS E LONGAS???? Ranço.
Acho que era assim que as pessoas que foram ver Azul é a Cor Mais Quente no cinema se sentiram.