Jeff Peters (Bing Crosby) e Turkey Jackson (Bob Hope) acidentalmente, acabam naufragando em plena costa de Marrocos e para ganhar algum dinheiro, Jeff vende Turkey como escravo e além disso, se apaixona por uma princesa (Dorothy Lamour) que está prometida a um grande e perigoso chefe chamado Mullay Kasim (Anthony Quinn). Enquanto isso, Turkey acaba ficando feliz sendo cercado por mulheres bonitas mas tudo isso seria um plano para arruiná-lo. Jeff então, o ajuda e os dois escapam com a princesa com o objetivo de não cair em uma enrascada pior de Mullay Kasim.
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Comédia romântica de aventura musical em preto e branco da Paramount Pictures indicado a 2 categorias no Oscar: melhor roteiro original e melhor som. As cenas no deserto foram filmadas em Yuma, Arizona. Os outros filmes desta série são: A sereia das Ilhas (40), A tentação de Zanzibar (41), Dois malandros e uma garota (45), A caminho do Rio (47), De tanga e sarongue (52) e Dois errados no espaço (62).
O 3° de 7 filmes "Road to..." de Bob Hope (1903-2003), Bing Crosby (1903-1977) e Dorothy Lamour (1914-1996). Em uma entrevista, Dorothy Lamour comentou que os "meninos" improvisavam tanto suas falas que ela frequentemente não sabia quando dizê-las, pois eles não lhe davam a deixa. Embora este tenha sido o 3° filme da série "Road to...", como observado acima, foi o 1° roteiro original - o enredo não foi baseado em uma estória existente. Anthony Quinn (1915-2001) retornou como o vilão. Ele foi o único ator, além dos 3 protagonistas, a interpretar um personagem similar em 2 filmes separados de "Road", o que o torna um semi-regular.
Cheio de feitos absurdos e fantásticos de estupidez e sabotagem lúdica - embora poucos deles sejam memoráveis e a maioria seja do tipo cartunesco e de baixo esforço. É considerado por alguns o mais divertido. Leve e sem sentido, sofisticado, mas não exagerado, representa o ponto em que a fórmula do "filme de estrada" atingiu seu ritmo, mas ainda não havia descaído para a autoparódia. Uma mistura de sátira "nonsense", números musicais, piadas intraduzíveis e tiradas quase geniais.
No mesmo estilo do De Tanga e Sarongue, aqui é um pouco melhor por causa do camelo, que beija, cospe e ainda tem uma boquinha de desenho animado! Até a metade do filme eu estava gostando bastante, pelo humor negro,
do amigo vender o outro como escravo e a princesa estar casando com ele só pq ele ia morrer mesmo