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Sinopse
Três aventureiros chegam aos Mares do Sul com a intenção de pegar algumas valiosas pérolas negras, mas para isso terão de enfrentar um perigoso grupo de nativos e, acima de tudo, um polvo gigante que guarda a gruta onde estão as pérolas.
"A Sereia dos Mares do Sul", de 1955, têm como principal destaque, a deslumbrante Virgínia Mayo no quesito atuação. O elenco de apoio é competente. A trama entrega uma aventura de ficção romanceada e ao mesmo tempo, descompromissada.
Era reprise constante na antológica Sessão da Tarde, nas décadas de 70 e 80. Como sessão matinê, dá pra rever, mas como passatempo despretensioso. Como sou fã desse tipo de entretenimento cinematográfico e pela deliciosa nostalgia, dou 04 estrelas.
Uma aventura-romancesca bem na média. Se bem que achei que faltou mais apimentar o romance dos protagonistas. Mas Virgínia Mayo surge deslumbrante em cena. Uma descompromissada sessão vespertina.
Gratíssima surpresa: vi por conta do fanatismo de alguns amigos em relação ao talentoso diretor, e detectei um tom evidentemente caricatural na apresentação dos personagens e situações, o que não surge como defeito, mas como bom estratagema de gênero. É um filme de aventuras que diz algo mais, muito mais. Traz-nos reflexões morais deveras amplas, aproveitando a desenvoltura do cineasta em faroestes atípicos, em defesa dos marginalizados. Vira um fábula utópica com problemas assumidos de idealização, afinal trazidos para a frente do enredo, tal como um antecessor de DOGVILLE, em termos morais. A fórmula deleuzeana do S - A - S' é exponenciada 'ad extremis', visto que a trama já inicia-se com o S'. Acontece muita coisa antes que conheçamos os personagens, já num clímax de paixão (ir)refreada. O desfecho é incrivelmente hábil ao contornar os problemas avassaladores que instalam-se naquela ilha. Ótimo enquanto matinê descompromissada e filme sobre temas adultos. Dá-lhe, Allan Dwan: quem não fica fascinado sempre que Virginia Mayo está em cena? Quando ela canta "Ten Little Indians", que deslumbre! (WPC>)
Acho bastante esteriotipado, parece ser feito com preguiça. Figurinos cafonas. Mas é um aventura divertida. Gosto muito das sequencias no lago com o polvo gigante.
"A Sereia dos Mares do Sul", de 1955, têm como principal destaque, a deslumbrante Virgínia Mayo no quesito atuação. O elenco de apoio é competente. A trama entrega uma aventura de ficção romanceada e ao mesmo tempo, descompromissada.
Era reprise constante na antológica Sessão da Tarde, nas décadas de 70 e 80. Como sessão matinê, dá pra rever, mas como passatempo despretensioso. Como sou fã desse tipo de entretenimento cinematográfico e pela deliciosa nostalgia, dou 04 estrelas.
Disponível no YouTube.
Bem mediano. Nada demais.
Visto em 21/04/23
Uma aventura-romancesca bem na média. Se bem que achei que faltou mais apimentar o romance dos protagonistas. Mas Virgínia Mayo surge deslumbrante em cena. Uma descompromissada sessão vespertina.
Gratíssima surpresa: vi por conta do fanatismo de alguns amigos em relação ao talentoso diretor, e detectei um tom evidentemente caricatural na apresentação dos personagens e situações, o que não surge como defeito, mas como bom estratagema de gênero. É um filme de aventuras que diz algo mais, muito mais. Traz-nos reflexões morais deveras amplas, aproveitando a desenvoltura do cineasta em faroestes atípicos, em defesa dos marginalizados. Vira um fábula utópica com problemas assumidos de idealização, afinal trazidos para a frente do enredo, tal como um antecessor de DOGVILLE, em termos morais. A fórmula deleuzeana do S - A - S' é exponenciada 'ad extremis', visto que a trama já inicia-se com o S'. Acontece muita coisa antes que conheçamos os personagens, já num clímax de paixão (ir)refreada. O desfecho é incrivelmente hábil ao contornar os problemas avassaladores que instalam-se naquela ilha. Ótimo enquanto matinê descompromissada e filme sobre temas adultos. Dá-lhe, Allan Dwan: quem não fica fascinado sempre que Virginia Mayo está em cena? Quando ela canta "Ten Little Indians", que deslumbre! (WPC>)
Acho bastante esteriotipado, parece ser feito com preguiça. Figurinos cafonas. Mas é um aventura divertida. Gosto muito das sequencias no lago com o polvo gigante.