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The Black Book - Estados Unidos da América
Sinopse
França, 1794. Robespierre, uma poderosa figura da Revolução Francesa, espalha o terror contra seus opositores. Paralelamente, uma conspiração é formada para que ele não alcance o poder.
Se enganou quem achava que Anthony Mann só dirigiu westerns, temos aqui um excelente filme noir ambientado na Revolução Francesa onde nem todas as pessoas são o que dizem ou que parecem ser, um bom suspense com uma bela ambientação, fotografia e atuações, a trama segue com alguns conspiradores querendo achar o livro negro de Robespiere, livro esse que continha nomes de pessoas para serem executadas na guilhotina, o restante da história quem estudou sobre revolução francesa sabe o desenrolar e como termina.
Foi uma grata surpresa reencontrar esse arrojado thriller clássico no Youtube. O exímio cineasta Anthony Mann conseguiu realizar uma obra-prima que vale a pena ser apreciada e com louvor. "A Sombra da Guilhotina", de 1949, funciona como um conceituado drama épico de fundo histórico, abrilhantado pela atmosfera sombria, excelente roteiro e primazia de qualidade.
O filme se passa durante a Revolução Francesa. Os conspiradores procuram derrubar Maximilien Robespierre e acabar com o seu sanguinário Reinado do Terror.
Robert Cummings, Richard Basehart, Arlene Dahl ladeados por atores coadjuvantes formam o vigoroso elenco nesse poderoso filme feito com orçamento limitado, mas com estilo e competência.
O que chama a atenção são os belos cenários, a ambientação de época e a perfeita fotografia de autoria de John Alton. O design de produção e os figurinos são incríveis. Ótimo filme!
Imagine o roteiro de um filme noir escrito por Alexandre Dumas. Creio que esta é uma boa definição deste trabalho injustamente pouco lembrado de Anthony Mann. Grande parte dos méritos também cabem à impecável fotografia do grande John Alton. Trama bem construída e cenas bastante tensas.
Costumo odiar filmes históricos por seu teor sempre convencional, burocrático e enfadonho e eis que o ANthony MAnn me propõe uma experiência completamente distinta, impregina um ar de noir maldito na história da revolução francesa com um preto e branco fascinante e ainda sim me gerou um certo desinteresse. Não por cullpa do filme já que valorizo por demais o resultado entregue por Mann.
Se enganou quem achava que Anthony Mann só dirigiu westerns, temos aqui um excelente filme noir ambientado na Revolução Francesa onde nem todas as pessoas são o que dizem ou que parecem ser, um bom suspense com uma bela ambientação, fotografia e atuações, a trama segue com alguns conspiradores querendo achar o livro negro de Robespiere, livro esse que continha nomes de pessoas para serem executadas na guilhotina, o restante da história quem estudou sobre revolução francesa sabe o desenrolar e como termina.
Napoleão falando que não é politico, nem líder e é apenas um soldado é a cereja do bolo do fim
Foi uma grata surpresa reencontrar esse arrojado thriller clássico no Youtube. O exímio cineasta Anthony Mann conseguiu realizar uma obra-prima que vale a pena ser apreciada e com louvor. "A Sombra da Guilhotina", de 1949, funciona como um conceituado drama épico de fundo histórico, abrilhantado pela atmosfera sombria, excelente roteiro e primazia de qualidade.
O filme se passa durante a Revolução Francesa. Os conspiradores procuram derrubar Maximilien Robespierre e acabar com o seu sanguinário Reinado do Terror.
Robert Cummings, Richard Basehart, Arlene Dahl ladeados por atores coadjuvantes formam o vigoroso elenco nesse poderoso filme feito com orçamento limitado, mas com estilo e competência.
O que chama a atenção são os belos cenários, a ambientação de época e a perfeita fotografia de autoria de John Alton. O design de produção e os figurinos são incríveis. Ótimo filme!
Imagine o roteiro de um filme noir escrito por Alexandre Dumas. Creio que esta é uma boa definição deste trabalho injustamente pouco lembrado de Anthony Mann. Grande parte dos méritos também cabem à impecável fotografia do grande John Alton. Trama bem construída e cenas bastante tensas.
Costumo odiar filmes históricos por seu teor sempre convencional, burocrático e enfadonho e eis que o ANthony MAnn me propõe uma experiência completamente distinta, impregina um ar de noir maldito na história da revolução francesa com um preto e branco fascinante e ainda sim me gerou um certo desinteresse. Não por cullpa do filme já que valorizo por demais o resultado entregue por Mann.
04/12/21