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Data de lançamento
9 Nov. 1923Duração
Um dos primeiros filmes consideravelmente feministas, A Sorridente Madame Beudet é a história de uma mulher "amorosamente-inteligente" presa em um casamento. O marido costuma fazer uma estúpida brincadeira em que ele põe um revólver sem balas na sua cabeça e ameaça atirar em si mesmo. Um dia, enquanto o marido está longe, ela coloca as balas no revólver...
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A tomada de posição em favor de uma sensibilidade artística moderna, manifesta na preferência por “Jardins sob a chuva”, de Debussy, em contraposição a “Fausto”, de Gounod, serve tanto à caracterização da subjetividade da personagem quanto à sua recusa ao universo burguês no qual está aprisionada. São referências muito próprias do modernismo, que, no cinema, reaparecerão com frequência nas experiências cinematográficas das décadas de 1950 e 1960. Um media-metragem simplesmente genial!
- "sorridente" né? só esse sarcasmo no título já é um prelúdio da pedrada que é o filme
- lindo de ver que nos primórdios do cinema o feminismo já se fazia presente
- marido odioso do caralho, um século e ainda tem muito marmanjo assim
Valeu assistir o considerado primeiro filme feminista, mas o marido dela é desprezível.
Vi pela primeira vez em 06/10/2016 e só hoje, 06/08/2023 vim perceber como o Sr. Beudet tem dentes horríveis. Homem medonho.
Talvez a mais monstruosa personificação de um marido opressor (mesmo que na época o cuidado odontológico não era prioridade, o diretor faz questão de closes na pavorosa dentição de Monsieur Beudet, aumentando o asco em relação ao mesmo). O sofrimento da Sra Beudet ainda piora com o seu plano sendo compreendido ao contrário pelo marido.
Poucas legendas e imagens oníricas, podem deixar o filme inintelegível para muita gente