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Duração
O menino Paulo, de oito anos, assiste com os pais, Marcos e Sofia, as comemorações pelo fima da Segunda Guerra Mundial. Seu melhor amigo é Cabeção, os dois moram na mesma rua e estudam juntos em um colégio jesuíta. Já adolescente, Paulo tem que lidar com a frustração de seu pai por nunca ter dirigido um jato. Ele acaba se aproximando do avô Noel, um funcionário público boêmio que o inicia na vida noturna carioca. Quando conhece Deise, uma jovem misteriosa, Paulo se apaixona, mas o caso entre eles não dá certo e ele passa a frequentar cada vez mais a área de prostituição do Rio. Um dia, no cabaré Eldorado, Paulo reencontra seu pai, triste e solitário. Os dois se aproximam e passam a dividir uma grande admiração pela jovem Marilyn, de apenas 16 anos, que é obrigada pela mãe a tirar a roupa para clientes. Essa repentina aproximação entre pai e filho e uma inesperada história de amor provocam uma reviravolta na vida de todos.
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27.09.2025
Um grande elenco reunido pra uma trama extremamente sem emoções.Muita correria e muitos assuntos que não cabem ao contexto.Uma das maiores derrapagens do cinema nacional.
>Assistido em 20 de Setembro de 2024
Estava há muitos anos adiando a conferida nesse que foi um dos últimos trabalhos na direção do Arnaldo Jabor. Achei o filme um pouco irregular, apesar de alguns momentos legais e a pegada nostálgica, teve partes em que não me agradou. Tirando o Marco Nanini e até a Elke Maravilha (que estão muito bem), o filme se concentra mais nas lembranças e momentos da vida do Paulo, desde a sua infância. Esperava um pouco mais do filme, mas acabei achando apenas um bom passatempo, nada além disso.
Filme mágico sobre envelhecimento, nostalgia e problemas familiares! Quem tem parente com alzheimer entendeu o final, com a frase "deixa eu ir". Nanini de jaleco, apesar de já aposentado, enxergando o neto como se ainda fosse criança, falando do genro como se recém tivessem se conhecido! E a conexão dos dois protagonistas, que se encontram no local prometido tanto tempo atrás? Jabor merece ser aplaudido de pé por esse exemplo de obra que não se faz mais, infelizmente! "Ninguém é feliz, no máximo a gente é alegre"
Faltou um ponto principal e um final, não só do final, mas de vários personagens, que foram deixados pelo caminho. O idílico do filme não funcionou.
Serviu como um retrato dessa época.