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Data de lançamento
7 Dez. 2011Duração
Sylvain é o único funcionário de um cinema decadente de uma cidade do interior, acumulando as funções de gerente, programador, caixa e projecionista. Em breve, o dono do cinema venderá o espaço, deixando Sylvain sem ter para onde ir. Solitário, ele vive no porão do local e saúda os mesmos frequentadores de sempre do cinema. Todas as noites, porém, após as sessões, ele sai às ruas para um ritual secreto em que vitimiza mulheres. Ao atacá-las, ele alimenta um fetiche e leva para casa uma parte especial de seus corpos. Selecionado para a competição do Festival de Locarno 2011.
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Chatíssimo...hidef
Quando escutamos os acordes da canção-tema de um magistral clássico renoiriano, fica evidente o quão cinefílica será a condução deste filme de terror urbano repleto de subliminaridades caras aos espectadores. Participando de um subgênero 'neon noir', onde Bertrand Mandico e Yann Gonzalez são outros partícipes, Laurent Achard realiza um belo cruzamento de gêneros aqui e uma bela (e ambivalente) homenagem à resistência do Cinema nos tempos anômicos hodiernos. Só decai quando exagera no jocastianismo enquanto óbvia influência criminal, como se fosse um pasticho apressado de algum filme almodovariano antigo - deveras pudico, lamentavelmente. Mas possui cenas lindas. E o protagonista tem um pouco de cada um de nós, admitamos! (WPC>)
Por ser um filme de 2011, não apresenta nada de novo. O ritmo foi lento demais e as coisas pareciam meio fáceis de mais para o protagonista.
Apesar de ter um roteiro que sai do nada e vai à lugar nenhum, o filme me conquistou por seus belíssimos enquadramentos (!) e homenagens aos grandes diretores e atores do cinema mundial. Até que entendi completamente a intenção do diretor (que é super bem conduzida durante todo o filme), mas infelizmente faltam respostas às perguntas deixadas e ele não passa de um manjar visual. Pascal Cervo tem um olhar hipnotizante, apaixonante. Mas é isso. Vale por curiosidade.
Filme que pretende ser um thriller e causar suspense mas fica só na vontade. Um desfile de assassinatos sem investigação (elemento indispensável ao gênero) tendo o cinema de arte como pano de fundo e sucessivas referências cinematográficas a esmo! As cenas grotescas de mutilação beiram o risível Só faltou o psicopata se travestir de mãe - o que não me causaria espanto tamanha a falta de originalidade do filme. Ivan Cardoso faria maravilhas com esse roteiro transformando-o num ótimo "terrir"!