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Charles Wills (Van Johnson) é um escritor que volta a Paris para reencontrar a filha, criada pela cunhada, Marion Matine (Donna Reed). Lá ele relembra Helen Ellswirth (Elizabeth Taylor), o grande amor da sua vida, que ele conheceu em Paris quando a 2ª Guerra Mundial terminou na Europa. Charles recorda que trabalhava como jornalista no "Star and Stripes", tendo logo se apaixonado por Helen e em pouco tempo estavam casados. Porém ele recebia um pequeno salário, assim dedicou suas noites para escrever um romance, que foi rejeitado por vários editores. Quando ele tinha perdido todo o ânimo surge uma boa notícia: poços de petróleo no Texas, que lhe foram dados pelo sogro, James Ellswirth (Walter Pidgeon), quase como uma brincadeira, pois nada produziram e de repente se tornaram bem produtivos. Mas se a parte financeira melhorou muito o mesmo não se podia dizer do casamento, pois a súbita riqueza fez Charles perder suas ambições literárias e também gradativamente o amor e devoção de sua esposa.
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Quando eu tinha 20 anos, costumava pensar que escreveria ótimos livros. Eu seria capaz de fazer isso, porque era diferente. Eu queria a perfeição e isso me tornou diferente. Bem, eu não tenho mais 20 anos. E agora é tarde demais.
De vez em quando revejo ocasionalmente "A Última Vez Que Vi Paris", de 1954. Longe de ser aquele clássico, trata-se apenas de um dramalhão longo, choroso e um tanto antiquado. O que salva nesse filme é a presença fascinante de Elizabeth Taylor, num desempenho convincente. O elenco de apoio é esforçado, mas a história se arrasta demasiadamente na maior parte dessa melancólica produção. Disponível em domínio público no Youtube.
A primeira parte é bem divertida e a segunda é muito comovente. O elenco todo está muito bem, cheio de estrelas. Eu amo a presença da Liz Taylor, que está absurdamente linda no filme.
A beleza de Elizabeth Taylor é tão estonteante que ofusca qualquer análise nos filmes em que ela atua. Aqui, nesse romance pós-segunda guerra que se passa em Paris, um repórter/escritor se apaixona por uma bela jovem de família influente e logo se casam. A história toda gira em torno da relação instável dos dois e obviamente vai afunilando para um viés mais dramático. Enquanto ela triunfa com sua presença luminosa, o ator Van Morrison destoa e não convence muito como o par romântico. Passa a impressão de que todos os astros da época estavam indisponíveis e contrataram ele como última opção. Pra mim a presença dele foi o fator determinante para o resultado mediano desse romance.
doído demais. triste demais. lindo demais. paris é o lugar mais lindo do mundo, e dividindo espaço com a beleza da Elizabeth Taylor, é impossível não chorar.