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Normandia, 1819. Jeanne é uma jovem inocente e cheia de sonhos infantis que acaba de voltar para casa depois de terminar seus estudos em um convento. No retorno a sua antiga vida, ela cumpre os planos determinados por sua família de se casar com Julien de Lamare, um visconde local que logo se revela mesquinho e infiel. Pouco a pouco, as ilusões de Jeanne vão se desfazendo.
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Quanto ócio na vida de uma mulher do século XIX pra trás. Muito desinteressante. O filme idem.
Trama insólita, extraída de um livro que envelheceu muito mal, transformada num filme insosso. Total perda de tempo.
Achei o filme ótimo, não é daqueles filmes pra distrair, é um tipo de filme reflexão, eu pelo menos me envolvi bastante com a personagem, sofri com ela, e analisei o que é a vida. Algumas pessoas se saem melhor com os problemas, outras se afundam. Podemos ver isso pelas personagens Jeanne e Rosalie.
Acredito que a obra de Guy Maupassant deve ser de marcar por toda vida. Li um conto dele na adolescência que ficou na memória até hoje.
Em adaptação cinematográfica temos "Une vie" nos fazendo acompanhar a angustiante e limitada vida da protagonista, dando ênfase para a pureza de seus sentimentos, a leveza de seu ser e a forma como a condução de sua vida, por influência da família e da igreja, toma um rumo que leva a tragédia e dependência que drena todos sua essência e recursos. A forma como se apresenta nos revela os valores acima das posições sociais e que a fidelidade vai muito além dos impasses e desentendimentos que se apresentam ao longo da vida, pois é aí que encontrará o verdadeiro acolhimento. Obra belíssima em fotografia, interpretações... mas senti falta de mais conteúdo, reforçando os comentários anteriores quanto a cenas que se apresentam desnecessárias para compor a obra.
A Vida de uma mulher (Une Vie) - França - 2016 - visto no dia 22.08.20
Filme melancólico, pois é triste ao mesmo tempo que muito delicado, sensível e com aquela aura de amargura. Gosto da temática, fundamental retratar a vida da mulher de diversas épocas, aqui como descobri, é uma obra adaptada de um livro, então eu vi gente comentar que o filme corta partes essenciais da história do livro, que tirou a essência. Bom minha análise é total no filme, eu gostei sim mas tenho ressalvas. Tem cenas inúteis em:
A mulher, filho e avô brincando naquela charada idiota, algumas cenas arrastadas em objetos
abusiva com consequências gravíssimas
crescimento e sua intimidade com a mãe
abandona
pedindo dinheiro da
não tinha nenhum contato emocional com seus familiares e sim só interesse pelos bens materiais
filho
Nota: 6,5