Em La vie domestique, Juliette (Emmanuelle Devos) tem 42, é casada, tem dois filhos e vive em uma casa confortável perto do Parque Marly, nos arredores de Paris. Hoje, ela tem que preparar um jantar para os amigos que vêm à noite, terminar de escrever um artigo, e realizar uma oficina de escrita em uma escola secundária. Antes de sair , ela também precisa colocar uma colocar a roupa para lavar e chamar a babá. Finalmente, hoje ela também vai descobrir se ela conseguiu um trabalho importante no mercado editorial. Marianne (Régnier), Betty (Ferrier) e Inès (Noguerra) também têm maridos, filhos, carros e belas casas perto do Parque Marly. Elas costumam se reunir para tomar um café depois da escola, e nesta tarde decidem ir para o centro comercial. Marianne está esperando um terceiro filho, e acaba de contratar uma nova "au pair". Betty precisa ir às compras e levar Louise para a sua aula de equitação. No final da tarde, Inès vai levar seus filhos para o jardim público, antes de passar o resto da noite com eles em casa, pois seu marido nunca está por perto. Todas estas mulheres estão ocupados pensando em tudo que tem que fazer hoje, mas um dia elas terão que descobrir o que fizeram com as próprias vidas.
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Valoriza bem a vida doméstica da mulher, mas ao mesmo tempo...
menospreza demais o homem a ponto de achar que todo homem é um "retardado".
Não sei se era essa a intenção, mas o vazio da vida das personagens principais passa para o espectador com força.
Isso poderia ser um mérito, mas não é o caso aqui, só deixou o filme monótono e esquecível mesmo.
existe um olhar triste a cada passo que essas mulheres estão dando.
N existe nada que represente um certo ar de alegria.. :[
Excelente!
Essa obra contém uma crítica sutil
direcionada ao estilo de vida de muitas
famílias contemporâneas.
Apesar do contexto abastado, o drama existencial
que assola essas mulheres não é muito diferente das
angústias que perseguem outras de muitas classes sociais.
Sobretudo aquelas que depositaram fé em tradições arcaicas,
ou seja, no casamento. Deduzindo ser fácil conciliar a
independência da vida moderna com a gestão familiar.
O mesmo drama que fica subentendido e resulta no crime
que orbita a história dos personagens principais.
Valeu o tempo investido.
Um filme francês que mostra como a rotina, e as frustrações que dai resultam podem ser corrosivas. Muito interessante e apelativo. Emmanuelle Devos prova uma vez mais o seu grande talento, bem acompanhada pelo restante elenco. Nota:4(0-5)