Me animei bastante quando vi que foi produzido pela Hammer, umas das melhores produtoras de horror dos anos 60 e 70. Esse aqui é uma mistura de drama e suspense psicológico, e faltou um roteiro e uma direção melhores. A história demora a engrenar, dificilmente empolga e só melhora na parte final. Na verdade não era só
[/spoiler] o Peter que era o "anormal", a própria Brenda era uma baita de uma esquisitona, e muito carente. Uma moça que muda pra outra cidade pra encontrar um homem que "dê um bebê pra ela". As cenas dela abordando diferentes homens em busca "de um pai pro seu filho" são patéticas. Tanto procurou que o único que aceitou "a missão" foi um psicopata. Triste fim para Brenda... E para Caroline e as outras mulheres que conheceram Peter, e até o cachorro... [spoiler]
Esse filme era desconhecido por mim até pouco tempo. No início não estava gostando, mas aos poucos o filme foi ficando bom. Mesmo não tendo gostado tanto o quanto a maioria do pessoal que comentou, acredito que vale ser conhecido.
Produção inglesa da Hammer, um drama de suspense subestimado que eu considero um dos melhores da produtora nos anos 70. Muito boa a atuação de Rita Tushingham, que havia ganhado 2 prêmios de melhor atriz em sua estréia no cinema pelo filme Um gosto de mel (61): um no Globo de Ouro e outro no Festival de Cannes.
Uma lata de 'Collinson's Coffee' aparece na cozinha de Peter Clive; isso é uma piada referente ao diretor Peter Collinson (1936-1980). Este foi o papel final do filme de Claire Kelly (1922-2001) e o 1° filme de Paul Brooke. O título original do filme é uma citação de "Peter Pan", de J.M. Barrie: Peter diz a Wendy que Neverland é "segunda estrela à direita e continua até a manhã".
Uma combinação bizarra de realismo social e suspense psicológico. Uma visão muito sombria do delírio desorientador do romance, com momentos tensos e chocantes. Entrada incomum e sombria e perturbadora da Hammer, fascinante em alguns aspectos, mas não totalmente eficaz como um todo. Collinson tinha um jeito com a composição e o silêncio que era verdadeiramente moderno. Ele estava realmente tentando algo novo e o resultado é algo único no catálogo da produtora.
Não achei legenda, to perdendo algo?
Me animei bastante quando vi que foi produzido pela Hammer, umas das melhores produtoras de horror dos anos 60 e 70. Esse aqui é uma mistura de drama e suspense psicológico, e faltou um roteiro e uma direção melhores.
A história demora a engrenar, dificilmente empolga e só melhora na parte final.
Na verdade não era só
[/spoiler]
o Peter que era o "anormal", a própria Brenda era uma baita de uma esquisitona, e muito carente. Uma moça que muda pra outra cidade pra encontrar um homem que "dê um bebê pra ela". As cenas dela abordando diferentes homens em busca "de um pai pro seu filho" são patéticas. Tanto procurou que o único que aceitou "a missão" foi um psicopata. Triste fim para Brenda...
E para Caroline e as outras mulheres que conheceram Peter, e até o cachorro...
[spoiler]
Esse filme era desconhecido por mim até pouco tempo. No início não estava gostando, mas aos poucos o filme foi ficando bom. Mesmo não tendo gostado tanto o quanto a maioria do pessoal que comentou, acredito que vale ser conhecido.
Intrigante e perturbador, um filme muito bem produzido.
Produção inglesa da Hammer, um drama de suspense subestimado que eu considero um dos melhores da produtora nos anos 70. Muito boa a atuação de Rita Tushingham, que havia ganhado 2 prêmios de melhor atriz em sua estréia no cinema pelo filme Um gosto de mel (61): um no Globo de Ouro e outro no Festival de Cannes.
Uma lata de 'Collinson's Coffee' aparece na cozinha de Peter Clive; isso é uma piada referente ao diretor Peter Collinson (1936-1980). Este foi o papel final do filme de Claire Kelly (1922-2001) e o 1° filme de Paul Brooke. O título original do filme é uma citação de "Peter Pan", de J.M. Barrie: Peter diz a Wendy que Neverland é "segunda estrela à direita e continua até a manhã".
Uma combinação bizarra de realismo social e suspense psicológico. Uma visão muito sombria do delírio desorientador do romance, com momentos tensos e chocantes. Entrada incomum e sombria e perturbadora da Hammer, fascinante em alguns aspectos, mas não totalmente eficaz como um todo. Collinson tinha um jeito com a composição e o silêncio que era verdadeiramente moderno. Ele estava realmente tentando algo novo e o resultado é algo único no catálogo da produtora.
Só não gostei muito do esquisito Peter ter matado seu cachorro Tinker. Achei cruel e desnecessário.