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Sinopse
Uma jovem vai até um castelo remoto para a leitura do testamento do seu pai, que morreu misteriosamente há alguns dias. Lá chegando, começa a desconfiar que os outros membros da família são mortos-vivos.
- 6/10 - o filme é um verdadeiro Frankenstein, pegaram a obra original do Franco e inseriram várias cenas que não tem nada a ver com a historia, por isso os sonhos malucos - o original me lembrou a volta do parafuso
Só esclarecendo que esse filme é do Jess Franco. O Quérut acrescentou cenas pornográficas e o Rollin de zumbis contra a vontade do diretor. Na verdade, o Franco não gostava do Rollin justamente por causa desse tipo de coisa.
Alguns comentários snobs aleatórios me fazem ter quase certeza que gostarei desse filme. Até a galera que não saber usar "mais" ou "mas" deixa seus registros sempre hilários.
Comecei a assistir a esse “pseudo” Clássico de Terror e de imediato veio à minha mente aqueles antigos filmes constrangedores da “Sala Espacial” da TV Record. É tudo muito parecido, a produção “capenga”, o elenco de "canastrões", um estilo de filmagem extremamente amador, uma trama “sem eira nem beira” enfim, parece muito com os filmes "pornochanchadas" brasileiros dos anos 70. Ah, a história é de uma jovem que vai até um castelo de sua família por causa do inventário da morte de seu pai e lá ela percebe que as pessoas apresentam um comportamento bizarro. Pelo menos as frequentes cenas de nudez das belas mulheres, por mais que sejam apelativas deram uma amenizada na mediocridade geral. É tudo tão ruim, tão tosco que serve apenas como registro de que na Europa da década de 70 também havia filmes ruins.
Mais um ótimo filme do Jean Rollin que aqui dividiu a direção com o também ótimo Jess Franco. Um filme diferentão de zumbis, com uma pegada bem gótica, personagens esquisitões, cenários e locações lindíssimos e um roteiro interessante.
- 6/10
- o filme é um verdadeiro Frankenstein, pegaram a obra original do Franco e inseriram várias cenas que não tem nada a ver com a historia, por isso os sonhos malucos
- o original me lembrou a volta do parafuso
Só esclarecendo que esse filme é do Jess Franco. O Quérut acrescentou cenas pornográficas e o Rollin de zumbis contra a vontade do diretor. Na verdade, o Franco não gostava do Rollin justamente por causa desse tipo de coisa.
Alguns comentários snobs aleatórios me fazem ter quase certeza que gostarei desse filme. Até a galera que não saber usar "mais" ou "mas" deixa seus registros sempre hilários.
Comecei a assistir a esse “pseudo” Clássico de Terror e de imediato veio à minha mente aqueles antigos filmes constrangedores da “Sala Espacial” da TV Record. É tudo muito parecido, a produção “capenga”, o elenco de "canastrões", um estilo de filmagem extremamente amador, uma trama “sem eira nem beira” enfim, parece muito com os filmes "pornochanchadas" brasileiros dos anos 70. Ah, a história é de uma jovem que vai até um castelo de sua família por causa do inventário da morte de seu pai e lá ela percebe que as pessoas apresentam um comportamento bizarro. Pelo menos as frequentes cenas de nudez das belas mulheres, por mais que sejam apelativas deram uma amenizada na mediocridade geral. É tudo tão ruim, tão tosco que serve apenas como registro de que na Europa da década de 70 também havia filmes ruins.
Mais um ótimo filme do Jean Rollin que aqui dividiu a direção com o também ótimo Jess Franco. Um filme diferentão de zumbis, com uma pegada bem gótica, personagens esquisitões, cenários e locações lindíssimos e um roteiro interessante.