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Data de lançamento
30 Julho 1958Duração
Após a queda do Coronel Manning numa represa, atingido por tiros de bazuca, o exército declarou o Homem-Colossal como morto. Mas a sua irmã estranhou o fato do corpo nunca ter sido encontrado e desconfiava que ele ainda estava vivo. Suas suspeitas seriam confirmadas, quando um gigante com o rosto deformado começou a atacar caminhões numa estrada do México e ao investigar por conta própria, Joyce pede a ajuda do Comandante Bair e assim ambos descobrem que o Homem-Colossal não só estava vivo, mas cada vez mais violento e desorientado. Agora o exército teria que levá-lo de volta a seu país, sem ter nenhuma esperança de que o Coronel Manning pudesse ser curado.
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Conferido via Youtube com áudio e legendas originais.
"A Volta do Homem Colossal" ou "Guerra do Gigante" (War of the Colossal Beast, 1958) é um filme estadunidense de ficção científica e terror em preto e branco, continuação direta de "A Maldição do Gigante" ou "O Incrível Homem Atômico" (1957), que dá sequência à história do homem mutante. É conhecido por seus efeitos especiais de baixo orçamento, pela maquiagem horripilante da criatura e por um breve final colorido.
O filme foi dirigido, produzido e coescrito por Bert I. Gordon, cineasta famoso por seus filmes B com criaturas gigantes (o que lhe rendeu o apelido de "Mr. B.I.G."). Lançado em sessão dupla com "O Ataque dos Bonecos", o longa acompanha o reaparecimento do tenente-coronel Glenn Manning, dado como morto ao final do primeiro filme após cair da Represa Hoover.
"Guerra do Gigante" é considerado um típico filme B dos anos 50, frequentemente criticado pelo ritmo lento e pelo uso excessivo de cenas recicladas do primeiro filme. Fãs apontam erros de continuidade, como a introdução de uma irmã (sendo que o primeiro filme dizia que ele não tinha parentes vivos) e a troca do ator principal (Dean Parkin substituiu Glenn Langan). Apesar das falhas, o filme possui status cult. A maquiagem grotesca do rosto da criatura é elogiada por ser chocante para a época, trazendo um tom trágico ao monstro.
Este clássico foi exibido no Centro Cultural SP durante a década de 90.
Top demais!
Seria melhor ter feito um gigante de stop motion do que esse bebê jupteriano caolho com maquiagem tosca. Eu gosto de filmes antigos, mas tem coisas que chateiam mesmo quando se tem empatia pela época da produção e se está ciente das dificuldades técnicas.
Essa sequência se saiu um pouco melhor do que o filme original por ter um pouco mais de ação e menos enrolação. O Homem Colossal acaba aparecendo mais e os efeitos visuais são melhores e mais bem utilizados do que os do primeiro filme. Curiosamente o ator que interpreta o Homem Colossal não é o mesmo da produção original e os outros personagens da mesma também não dão as caras nessa sequência, a não ser em flashbacks.
768. (12/09/2020)
Bom, se é a volta, tem o primeiro! Problema que vi esse, sem saber que tem o primeiro! hahahahaahahah Ai, nem desconfiei, pq geralmente esses filmes são rápidos, sem enrolação, achei que era desse jeito mesmo!
Mas enfim, gostei mais pelo tempo, ou seja, o custo benefício ahahahha Pq é simples, nada demais, em geral.
Se o primeiro filme era um trash divertido, essa continuação se afunda em um roteiro cheio de furos:
Pra começar a irmã do homem colossal deduz que ele estava no México apenas porque viu a noticia de que um caminhão tinha sumido lá (!) Será que é tão estranho caminhões serem roubados no México ? Os personagens do primeiro filme só aparecem nos flashbacks, não procurando saber do coronel nem quando ele é levado de volta para os EUA. O final também é absurdo, com a criatura desaparecendo em vez de explodir ou pegar fogo com a descarga elétrica.