O delegado Dan Mitchell, indeciso entre a angelical Sherry e a dançarina Rita, está na igreja, quando a cantoria de hinos é drasticamente interrompida por um tiroteio. São ladrões de gado fazendo arruaça na fronteiriça cidade de Abilene.
Exibido com o título de "O Xerife de Abilene". Trata-se de filme norte-americano de 1946, do gênero faroeste, dirigido por Edwin L. Marin e estrelado por Randolph Scott e Ann Dvorak.
A partir de 1946, com exceção de Home Sweet Homicide e Christmas Eve, Randolph Scott atuou exclusivamente em faroestes. "Abilene Town", que inaugura essa fase de sua carreira, foi muito elogiado pela crítica na época. Revisto novamente pelo Youtube em 30/06/23, este western não me empolgou por conta da morosidade no roteiro. Senti falta de ritmo e consistência na trama. No elenco de apoio, Rhonda Fleming e Edgar Buchanan. Pela nostalgia, vale três estrelas. Serve como passatempo despretensioso e só.
Arruaceiros roubam gados dos "justos" fazendeiros texanos. Randolph Scott é o justo e íntegro xerife que terá a difícil tarefa de harmonizar a pequena cidade de Abilene no Texas e decidir com qual mulher ficará, entre a doce e recatada frequentadora da igreja ou a mulher desinibida que dança no Bar. Não dá para não fazer conexão com o ocorrido no dia 08 de janeiro de 2023 com aqueles arruaceiros, ou melhor, terroristas depredando e tocando terror em Brasília. A ficção e realidade nos filmes de faroeste estão a cada dia mais parecido aqui no Brasil, após, a onda do bolsonarismo que parece não ter fim.
Um xerife justo encontra-se no aperto quando há hostilidade contra os colonos. Ele convoca seus aldeões a escolherem os lados e ajudá-lo a acabar com o conflito. Western antigo decente. Todo clichê está lá: dos tiroteios ferozes aos dançarinos alegres can-can; do teimoso, mas justo, xerife aos bandidos, agitando as coisas na cidade. Não é tão duro como estamos acostumados desde Sergio Leone e Sam Peckinah e a fronteira entre o certo e o errado é bastante clara desde o início. Mas eu gostei como um fã do western. Não é um clássico de qualquer forma, mas ainda é um filme decente para ver se você gosta do gênero.
Apenas assistível!
Exibido com o título de "O Xerife de Abilene". Trata-se de filme norte-americano de 1946, do gênero faroeste, dirigido por Edwin L. Marin e estrelado por Randolph Scott e Ann Dvorak.
A partir de 1946, com exceção de Home Sweet Homicide e Christmas Eve, Randolph Scott atuou exclusivamente em faroestes. "Abilene Town", que inaugura essa fase de sua carreira, foi muito elogiado pela crítica na época. Revisto novamente pelo Youtube em 30/06/23, este western não me empolgou por conta da morosidade no roteiro. Senti falta de ritmo e consistência na trama. No elenco de apoio, Rhonda Fleming e Edgar Buchanan. Pela nostalgia, vale três estrelas. Serve como passatempo despretensioso e só.
Arruaceiros roubam gados dos "justos" fazendeiros texanos. Randolph Scott é o justo e íntegro xerife que terá a difícil tarefa de harmonizar a pequena cidade de Abilene no Texas e decidir com qual mulher ficará, entre a doce e recatada frequentadora da igreja ou a mulher desinibida que dança no Bar.
Não dá para não fazer conexão com o ocorrido no dia 08 de janeiro de 2023 com aqueles arruaceiros, ou melhor, terroristas depredando e tocando terror em Brasília. A ficção e realidade nos filmes de faroeste estão a cada dia mais parecido aqui no Brasil, após, a onda do bolsonarismo que parece não ter fim.
Um xerife justo encontra-se no aperto quando há hostilidade contra os colonos. Ele convoca seus aldeões a escolherem os lados e ajudá-lo a acabar com o conflito.
Western antigo decente. Todo clichê está lá: dos tiroteios ferozes aos dançarinos alegres can-can; do teimoso, mas justo, xerife aos bandidos, agitando as coisas na cidade. Não é tão duro como estamos acostumados desde Sergio Leone e Sam Peckinah e a fronteira entre o certo e o errado é bastante clara desde o início. Mas eu gostei como um fã do western. Não é um clássico de qualquer forma, mas ainda é um filme decente para ver se você gosta do gênero.