'Os filhos de Abraham' nos apresenta os filhos do caçador de vampiros Abraham Van Helsing, que criou suas crianças sob um regime de medo da ameaça das criaturas das sombras.
A premissa, OK, válida. A relação entre os personagens é bem verossímel, mas só isso nao sustenta o filme. Personagens essenciais como o Jonathan Harker só são superficialmente citados quando dali poderia surgir ainda mais pra trama... Achei uma história que poderia ser MUITO melhor explorada. A fotografia do filme é OK, mas o filme é lento e "ermo". Não me incomoda ser "lento", mas ter poucos elementos e atrativos, sim. Enfim, bem mais ou menos.
Abraham’s Boys parte de uma ideia forte, herança, trauma e o legado sombrio de Van Helsing, mas tropeça feio na execução. O filme aposta num terror psicológico em câmera lenta que nunca engrena, deixando a tensão se dissipar antes de assustar ou envolver de verdade. Apesar da boa fotografia e de um conceito interessante, o roteiro é fraco, os diálogos são engessados e parte do elenco compromete. No fim, sobra a sensação de uma grande oportunidade perdida: assistível, porém esquecível, e bem aquém do potencial que prometia.
O filme como um produto estético é muito bem feito, produção impecável, fotografia bonita, atuações boas e locações e cenários excelentes. Mas para por aí, pois como história é um total insulto ao clássico de Bram Stoker. E descobri só o fim que é uma adaptação de um conto do Joe Hill, o que me faz confirmar que não gosto mesmo dos contos dele, tanto os que li no volume "Fantasma do Século XX" quanto os adaptados não me agradaram tanto e esse aqui de longe é o mais fraco.
A premissa, OK, válida. A relação entre os personagens é bem verossímel, mas só isso nao sustenta o filme. Personagens essenciais como o Jonathan Harker só são superficialmente citados quando dali poderia surgir ainda mais pra trama... Achei uma história que poderia ser MUITO melhor explorada. A fotografia do filme é OK, mas o filme é lento e "ermo". Não me incomoda ser "lento", mas ter poucos elementos e atrativos, sim. Enfim, bem mais ou menos.
Abraham’s Boys parte de uma ideia forte, herança, trauma e o legado sombrio de Van Helsing, mas tropeça feio na execução. O filme aposta num terror psicológico em câmera lenta que nunca engrena, deixando a tensão se dissipar antes de assustar ou envolver de verdade. Apesar da boa fotografia e de um conceito interessante, o roteiro é fraco, os diálogos são engessados e parte do elenco compromete. No fim, sobra a sensação de uma grande oportunidade perdida: assistível, porém esquecível, e bem aquém do potencial que prometia.
O filme como um produto estético é muito bem feito, produção impecável, fotografia bonita, atuações boas e locações e cenários excelentes. Mas para por aí, pois como história é um total insulto ao clássico de Bram Stoker. E descobri só o fim que é uma adaptação de um conto do Joe Hill, o que me faz confirmar que não gosto mesmo dos contos dele, tanto os que li no volume "Fantasma do Século XX" quanto os adaptados não me agradaram tanto e esse aqui de longe é o mais fraco.
A premissa é muito interessante. Se não mantém a expectativa, ao menos apresenta uma boa estética e atuações seguras.
Até que é bonzinho. O conto é melhor.