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Back to Stay - Estados Unidos da América
Sinopse
As jovens irmãs Marina, Sofia e Violeta acabam de sofrer a perda da avó que as criou. Durante um verão muito quente, cada uma expressa o luto à sua maneira, numa casa antiga e empoeirada, habitada por muitas lembranças e tensões.
Sou macaco de auditório do cinema argentino, mas esse filme destoou do geral. Roteiro mediano e narrativa arrastada comprometeram o bom desenvolvimento da trama, além da claustrofobia do cenário único. Bola fora. Uma pena.
incomoda um pouco não propriamente o filme em si mas a indolência das meninas. até a sensualidade fica comprometida, que dirá o luto e a perda, embora ao se aprofundar nisso a gente vá entender que não tem a ver com o filme mesmo mas com os dias de hoje onde tudo parece que "dá preguiça" - o que aliás faz bem diante da obra, quero dizer, entende-se o olhar da diretora
O filme é bem tranquilo, agradável de ver, sem ser cansativo. A história se passa fundamentalmente pela perspectiva da casa, se você reparar direitinho, nenhuma cena do lado de fora da casa é mostrada. Acho que o título do filme já mostra que o filme não é sobre apenas as mudanças que acontecem com as três irmãs no período de luto, mas também as mudanças da casa. É sobre a maneira que as meninas refletem o estado de luto sobre a casa de maneira distinta: Marina quer tudo intacto, a casa da mesma forma que a avó deixara; Sofia quer modificar tudo, ela percebe que a casa daquele jeito está morrendo (isso fica claro com a árvore apodrecendo, o papel de parede descolando), Violeta não quer mais a casa, ela parte sem dizer adeus, ela nunca se sentiu como parte daquele lugar (a vida dela era completamente independente das outras, ela fumava há anos sem ninguem saber, trazia o namorado pra casa sem ninguém saber, ela era realmente invisível na casa). Quando Marina descobre o "segredo", guardado a chaves na garagem, ela se revolta. Ela atira o martelo no vidro da porta. É ali que as coisas começam a tomar um rumo diferente. Ela propositalmente modifica a casa e a partir daí começa a aceitar de forma melhor as mudanças da casa que sua irmã Sofia coloca em prática. No final, Sofia e Marina reconstroem um novo lar. Uma casa delas e para elas. Elas aceitaram que as coisas devem seguir em frente.
Sou macaco de auditório do cinema argentino, mas esse filme destoou do geral. Roteiro mediano e narrativa arrastada comprometeram o bom desenvolvimento da trama, além da claustrofobia do cenário único. Bola fora. Uma pena.
incomoda um pouco não propriamente o filme em si mas a indolência das meninas.
até a sensualidade fica comprometida, que dirá o luto e a perda, embora ao se aprofundar nisso a gente vá entender que não tem a ver com o filme mesmo mas com os dias de hoje onde tudo parece que "dá preguiça" - o que aliás faz bem diante da obra, quero dizer, entende-se o olhar da diretora
Eu estou meio sem paciência pra formular uma crítica bonitinha, mas aqui vai algumas coisas que eu pude perceber no filme:
O filme é bem tranquilo, agradável de ver, sem ser cansativo. A história se passa fundamentalmente pela perspectiva da casa, se você reparar direitinho, nenhuma cena do lado de fora da casa é mostrada. Acho que o título do filme já mostra que o filme não é sobre apenas as mudanças que acontecem com as três irmãs no período de luto, mas também as mudanças da casa. É sobre a maneira que as meninas refletem o estado de luto sobre a casa de maneira distinta: Marina quer tudo intacto, a casa da mesma forma que a avó deixara; Sofia quer modificar tudo, ela percebe que a casa daquele jeito está morrendo (isso fica claro com a árvore apodrecendo, o papel de parede descolando), Violeta não quer mais a casa, ela parte sem dizer adeus, ela nunca se sentiu como parte daquele lugar (a vida dela era completamente independente das outras, ela fumava há anos sem ninguem saber, trazia o namorado pra casa sem ninguém saber, ela era realmente invisível na casa). Quando Marina descobre o "segredo", guardado a chaves na garagem, ela se revolta. Ela atira o martelo no vidro da porta. É ali que as coisas começam a tomar um rumo diferente. Ela propositalmente modifica a casa e a partir daí começa a aceitar de forma melhor as mudanças da casa que sua irmã Sofia coloca em prática. No final, Sofia e Marina reconstroem um novo lar. Uma casa delas e para elas. Elas aceitaram que as coisas devem seguir em frente.
Esse filme é meu xodózin
Chato,mas dá para ver.