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Data de lançamento
25 Abril 2003Duração
Os Gromberg são uma família de sucesso que enfrentam um grande problema: a dificuldade de relacionamento entre eles. Mesmo com todos os integrantes da família morando em Nova York, cada um tem suas preocupações e afazeres próprios, que fazem com que eles apenas se encontrem ocasionalmente em eventos. Entre eles está Mitchell (Kirk Douglas), o patriarca da família, que relutantemente precisa aceitar que não é imortal. Alex (Michael Douglas), seu filho mais novo, vive preocupado em não cometer os mesmos erros de seu pai quando jovem. Já Asher (Cameron Douglas), o filho mais velho de Alex, está apenas interessado em amor, sexo e rock'n'roll.
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Filme que só vale pelo elenco,infelizmente.Drama que perde força quando os protagonistas não estão em cena.
>Assistido em 25 de Novembro de 2025
Comédia e drama romântico da Buena Vista International, Family Films, Furthur Films, GreenStreet Productions e MGM. O australiano Fred Schepisi é o mesmo diretor de Plenty, o mundo de uma mulher (85), Roxanne (87), Um grito no escuro (88) e Ferocidade máxima (97), dentre outros. Michael Douglas é um dos produtores. Destaque para a canção "You'll never know", interpretada por Diana Krall, e que toca várias vezes no filme.
Diana Douglas (1923-2015), a verdadeira mãe de Michael Douglas, interpretou a mãe de seu personagem e a esposa de Kirk Douglas (1916-2020), embora ela estivesse divorciada de Kirk há mais de 50 anos. A segunda esposa de Kirk, a alemã Anne Douglas (1919-2021), não era atriz. O filme foi estrelado por 3 gerações de membros da família Douglas: Kirk, Michael e seu filho Cameron Douglas. Joel Douglas, segundo filho de Kirk e Diana, foi o produtor associado. Último filme de Diana Douglas e antepenúltimo filme de Kirk Douglas. A estréia de Kelly Overton.
Não é realmente muito original e bastante maçante em algumas partes. Parece que os Douglas estavam desesperados para trabalhar juntos, então não se deram ao trabalho de procurar um filme de qualidade. Tem o grave defeito de um roteiro mal estruturado, que desperdiça o talento dos protagonistas com diálogos pouco credíveis e algumas situações forçadas. Mas não deixa de ser um filme engraçado, articulado, imperfeito, às vezes confuso, muitas vezes irritantemente sentimental, mas sempre atencioso e espirituoso.
a verdade e´que tal fato descrito logo acima, ou seja a dificuldade o qual determinados grupamentos sociais o tem no sentido de conviverem mas principalmente saberem lidar com as eventuais divergencias de pensamento ainda que portando os mesmos laços sanguineos junto as veias carotidas, tanto ocorre nas melhores e bem mais estruturadas familias, bem como naturalmente em tese o irá ocorre lo com quaisquer outra cedo ou tarde, o que em se tratando do mundo em que vivemos, e por consequencia na vasticidade comportamental outrora presente a cada cidadão ou cidadã não importa o qual na teoria sintonizados estejam entre si no tocante aos fatores principais, ou seja respeitabilidade mutua aliada a bons fluidos positivos direcionados entre si na maioria dos momentos, que no entanto não deixaremos de ser humanos, e por consequencia sucetiveis aos altos e baixos sociais do dia a dia, resumindo senhoras e senhores, crises sociais não serão exclusividade de ninguem, agora deixar se sucumbir pelos reflexos dela ? ai com certeza, trata se cada um decidir se irá enfrenta las, ou pior deixar se vencer se POR ELAS. razoavel. " ACONTECIDAMENTE" nota 8.0
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12.02.2018
Médio,valeu pelo clã da Família Douglas pelo menos.
Emoção ver Kirk Douglas assim. Após pai e filho saírem abraçados juntos do local onde o pai conhecera a falecida mãe, as mesmas árvores antes ressecadas agora estão floridas; é a redenção. Valiosa relação entre Kirk e Michael, o resto fica muito aquém.