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Data de lançamento
13 Set. 2018Duração
Dolores Dreier vive uma vida normal até sua melhor amiga ser brutalmente assassinada. Dois anos depois, ela é a única acusada pelo crime em um caso de grande exposição midiática: todo mundo opina sobre sua inocência ou culpabilidade. A jovem se preparará para o julgamento isolada em sua casa, sempre protegida por sua família. Mas, à medida que o processo judicial avança e a pressão aumenta, os segredos e a suspeita aparecem no seio familiar. Encurralada pelas evidências, Dolores deverá enfrentar suas próprias dúvidas sobre o que verdadeiramente aconteceu.
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Assisti há uns anos atrás mas não tinha colocado nada por aqui ainda sobre ele. Agora que achei (e foi por acaso rs) posso dizer que é um filme muito digno de Tela Quente ou de Super cine (faixas de filmes da platinada cariosa). Lali (ou Lali Esposito, ou Mariana Esposito) não fez feio nesse filme.
gostei bastante, nunca tinha assistido nada estrelado pela lali espósito, ela naturalmente tem cara de psicopata
Mais uma obra surpreendente dos Hermanos, o que vale aqui não é bem se é culpada ou inocente, ou quem foi que matou Odete Roitman (os veio vão saber a referencia) mas sim toda dissecação do drama e mistério, antes durante é uma conclusão judiciaria apenas.
E é esse desenlace de todo processo, com cortes de visão do crime, que se cria toda carga dramática da obra, de ir nos envolvendo nas duvidas levantadas, é ou não é, os argentinos souberam levantar com maestria essa tensão.
Por um momento senti um pouco de como deve se sentir um acusado esperando seu veredito, o quanto isso consome uma família, e quem esta a seu redor. Agora sim, pontos, é obvio que muito aqui somente se faz pela família ser rica e poder prover tudo, se fosse humilde ,principalmente em nosso sistema brasileiro já estava presa a muito tempo.
E que cena foi aquela da Dolores e o moto pica da quebrada, parecia visita intima de algum presidio , serio aleatório total.
Olha a américa latina esta de parabéns com relação a filmes, tenho visto do Peru, Chile, Colômbia, Argentina, pode faltar técnica e grana em alguns, mas são supreendentemente competentes e criativos, uma aula que nosso cinema brasileiro deveria da uma conferida, tirando algumas obras, a grande maioria e experimentalista, ou bonachona demais, aquela irritante mania de tropicalista cabeça.
- Prêmio da Academia de Cinema da Argentina 2018: indicado a Melhor Atriz Coadjuvante (Inés Estévez) e Som;
- Festival de Miami 2019: seleção oficial;
- Festival de Havana 2018: seleção oficial;
- Festival de Toronto 2018: seleção oficial;
- Festival de Veneza 2018: seleção oficial;
- Bilheteria Mundial: US$ 1,5 milhão;
(O desenvolvimento é muito bom, mas chegando próximo ao final acelera muito e dá impressão de ter sido cortado. Vale a pena conferir)
A trilha sonora é melhor do que o filme.