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Data de lançamento
31 Ago. 2006Duração
Chev Chelios é um assassino profissional que deseja deixar o ramo de trabalho. Porém ele é envenenado com uma toxina chamada Beijing Cocktail, que afeta a glândula suprarrenal. Esta glândula cuida da produção de adrenalina no organismo, com a toxina forçando a diminuição constante dos batimentos cardíacos até sua parada total. Com pouco tempo de vida, Chev decide partir atrás de vingança.
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Muito ruim. Raso, sem desenvolvimento e sem profundidade. Não consegui nem terminar de assistir.
O personagem mais fuleragem do Jason, no bom sentido!
Cara, que insanidade! Adrenalina não é um filme, é basicamente o melhor live-action não oficial de GTA já feito! O ritmo é implacável: o Jason Statham passa o tempo inteiro no modo "tudo ou nada" e caiu perfeitamente no papel — o cara exala carisma brutal enquanto faz os maiores absurdos possíveis para continuar vivo. É roubo de moto de roupão, briga com a máfia, caos público e zero tempo para respirar. Cinema de ação raiz, caótico e divertido demais!
07.01.2008
“Adrenalina” é o cinema dizendo: “E se a gente tirasse toda a lógica, todo o bom senso e qualquer sinal de autocontrole… e deixasse Jason Statham correr até explodir?” É um filme que parece ter sido escrito com cocaína, filmado com cafeína e editado com corrente elétrica. Nada faz sentido mas é esse exatamente o ponto. Ao contrário dos thrillers tradicionais, que tentam criar tensão com narrativa, “Adrenalina” cria tensão simplesmente mandando o protagonista morrer caso a trama desacelere. É uma honestidade cinematográfica.
A premissa é simples, clara e completamente absurda, Chev Chelios foi envenenado e só continua vivo se mantiver os batimentos cardíacos acelerados. Isso transforma a narrativa em um videogame psicótico, onde cada cena existe não para desenvolver personagem, mas para manter o protagonista agredindo o próprio sistema nervoso. O filme abraça a lógica do exagero absoluto, perseguições insanas, violência, s*xo em praça pública, drogas, adrenalina em estado líquido. É cinema como estímulo puro e como se a história tivesse dito “tô cansada de ser história, vou ser experiência”.
Visualmente, o filme é um caos controlado, câmeras tremidas, cortes violentos, cores saturadas e enquadramentos que parecem feitos por alguém que caiu do skate segurando a câmera. É feio? É estiloso? Funciona? Me amarro. A estética reforça a sensação de urgência, como se tudo estivesse sempre prestes a explodir, inclusive o próprio filme.
“Adrenalina” não tenta ser inteligente. Não tenta ser profundo. Não tenta ser nada além de um colapso nervoso com orçamento de Hollywood, por isso mesmo, se torna único. É uma sátira involuntária do cinema de ação moderno e, ao mesmo tempo, um dos filmes mais honestos do gênero que sabe que é absurdo e nunca finge ser mais.