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Data de lançamento
27 Jan. 1951Duração
Durante a Guerra do Pacífico, o Tenente Coronel Duke Gifford (John Wayne) comanda um submarino, ajudando a resgatar crianças e freiras e também a desenvolver torpedos em Pearl Harbor. Mas tem problemas de culpa em relação ao casamento e à morte de seu antigo comandante. O problema maior é que os torpedos que seu submarino tenta lançar não estão funcionando direito. Além disso, numa missão perigosa, quem está a bordo é seu rival pelo amor da ex-mulher.
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Marília Mendonça: Sentimento Louco
Drama romântico de guerra em preto e branco da Warner Bros. filmado quase inteiramente em estúdio. A Republic Pictures lançou uma versão colorida em vídeo. O filme foi produzido com baixo orçamento. Como resultado, a maioria das imagens de submarinos e navios, bem como das cenas, foi extraída de outros filmes ou de imagens de arquivo da Segunda Guerra Mundial.
O texto de abertura e a dedicatória deste filme declaram: "Quando a Frota do Pacífico foi destruída pelo ataque surpresa japonês a Pearl Harbor, coube aos submarinos levar a guerra até o inimigo. Nos quatro anos que se seguiram, nossas embarcações submersíveis afundaram seis milhões de toneladas de navios japoneses, incluindo algumas das mais imponentes embarcações da Marinha Imperial. Cinquenta e dois de nossos submarinos e três mil e quinhentos oficiais e marinheiros foram perdidos. É a esses homens e a todo o 'serviço silencioso' que este filme é humildemente dedicado."
O filme destaca a frustração histórica da força de submarinos da Marinha dos EUA durante os primeiros anos da Segunda Guerra Mundial, especificamente os encontros com torpedos Mark 14 defeituosos. O longa transmite bem como eram as coisas na década de 50, como os Estados Unidos já haviam se recuperado em grande parte da Segunda Guerra Mundial, onde havia um sentimento de otimismo em relação ao futuro que era quase palpável. Patricia Neal (1926-2010) disse que fez o filme porque era a única atriz alta da Warner na época, capaz de formar um par ideal com John Wayne (1907-1979).
Um bom filme de guerra com Wayne e é só o que precisa ser dito!
Quando falamos de John Wayne, o grande público pensa logo nos westerns. Mas Duke (como era carinhosamente chamado) também fez filmes de outros gêneros, como este, de guerra. Em Águas Traiçoeiras, Wayne interpreta o Tenente Coronel de um submarino da marinha americana, Duke Gifford, que vive dividido entre as batalhas em alto mar, e tentar reatar o casamento com sua ex-esposa, Mary Stuart (Patricia Neal).
Após assistir ao filme, fui pesquisar sobre ele, e descobri que Wayne e Patricia Neal não se deram muito bem durante as filmagens. Wayne a achava muito jovem para interpretar a sua ex-mulher (ela tinha 24 anos e ele 43). Anos depois, em 1965, os dois voltaram a atuar juntos em A Primeira Vitória.