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Data de lançamento
6 Ago. 2010Duração
Aisha (Sonam Kapoor) é uma jovem rica e otimista que crê que sua missão na vida é encontrar o par perfeito para todos a sua volta. Ela vive às turras com seu vizinho Arjun (Abhay Deol), o também cunhado de sua irmã, que aparentemente vive para repreendê-la e censurá-la.
Quando Shefali (Amrita Puri), uma moça de uma cidade do interior vem para Nova Délhi, na esperança de conhecer um rapaz e se casar, Aisha toma para si a tarefa de mudar seu visual e sua personalidade. Porém a empolgação e a arrogância de Aisha acabam trazendo danos à vida de seus amigos, da inocente Shefali, e dela mesma, que percebe que não conhece nem o próprio coração.
Inspirado no romance Emma, de Jane Austen.
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As Patricinhas de Beverly Hills é meu filme favorito da vida e saber que Aisha era inspirado na mesma obra de Jane que deu origem a adaptação americana me deixou eufórica.
Confesso que coloquei as expectativas muito acimas do que poderia imaginar e digo que não saí decepcionada. Amei Aisha demais. Foi muito gostoso de assistir e que foi me conquistando a cada cena.
De início achei o Arjun muito feio, pouca areia para o caminhãozinho da Aisha, mas com o tempo passei amar e achá-lo bonito. Obviamente que esse filme que fica na superfície, como geralmente são esses filmes voltados para o público teen.
Com certeza vai entrar para a lista dos que eu vou ver umas trocentas vezes com a mesma empolgação haha.
Aisha e Arjun.. que casal <3
Quando vi essa nota tive muito receio em assistir, pois Emma é um dos meus favoritos da Jane Austen e eu amei a adapatação de 2009 pela BBC (sempre arrasam) mas sendo Bollywood, assim como Bride and Prejudice (Orgulho e Preconceito indiano), já fui assistir com as "ressalvas culturais". Conclui: não é tão ruim como na nota que está.
Essa versão se aproxima mais de "As patricinhas de Beverly Hills" do que da obra de Jane Austen em si, já que não identifiquei quem Pinky poderia ser na estória... seria a Jane Fairfax? E o Randhir seria o Frank Churchill? Ou o Frank seria o Dhruv? E onde a Aarti entra já que é "meio estrangeira"? Estas associações me dificultaram um pouco em assistir com mais calma.
As atuações não foram muito profundas também, exceto pela Shefali bem fiel ao jeito dependente e deslumbrado da Harriet Smith, e pelo Arjun, me convencendo no amor-ódio pela Aisha todo tempo, mesmo quando essa parecia uma criança mimada e ele entrava na dança (99.9% das vezes). A Emma que eu conheci pela série, mesmo com todo os agrados de filha única rica, era mais segura de si e responsável perante seu pai, não tanto convencida e infantil quanto Aisha. Já a questão da necessidade do casamento é facilmente entendível nos antigos moldes da sociedade indiana "casa cheia, vida feliz". Se incluíssem mais citações do livro nas falas dos personagens talvez a aceitação fosse melhor, pois não identifiquei nenhuma.
Mesmo assim, acho que vale a pena por de lado o preconceito e, mesmo que queira pular cenas, não deixe de ver até o fim (e que final lindo, melhor cena de longe! *-*).
Apesar de ter, acredito eu, me desapegado da ânsia de ver fidelidade em todos os aspectos possíveis de uma adaptação, fiquei um pouco receosa de não reconhecer muito de Emma Woodhouse na Aisha, e nem da obra “Emma” da Jane Austen na história, na qual o filme é inspirado.
“Emma” é, na minha opinião, a obra mais fácil de Austen de se adaptar, gostei de todas as adaptações que vi. Cabe em qualquer formato, época, situação e cenário. “Aisha” é a segunda de três adaptações modernizadas de “Emma”, sendo a primeira o consagrado filme teen americano “As Patricinhas de Beverly Hills” (um dos meus filmes favoritos).
Qual não foi a minha surpresa ao encontrar, nesse filme, uma adaptação muito mais próxima da obra de Jane Austen do que o próprio filme protagonizado por Alicia Silverstone!
Aisha é exatamente como Emma Woodhouse: rica, mimada, egoísta e ama juntar casais. Creio que, para entendê-la e talvez amá-la (ou não) precisa-se fazer essa ligação entre a personagem desse filme, e a personagem da obra original, que apesar de todos os defeitos é uma garota forte, inteligente e com um bom coração. Ela erra muito, arrasta outras pessoas com seus erros e acaba perdendo amigos, mas se arrepende, aprende e amadurece ao longo da história. Para guiá-la, aconselhá-la e dar bronca, claro, temos o fofo e centrado Arjun. E preciso dizer aqui o quão mais próximo do Sr. Knightley ele está se comparado ao Josh (Paul Rudd em “As Patricinhas de Beverly Hills”).
Amei. Amei. Favoritei na primeira assistida!
É um filme delicado e alto-astral ao mesmo tempo. Recomendo à todos que se livrem de seus preconceitos ao assistir, para que não percam a beleza de uma protagonista (e de uma história) tão humana e divertida.
Que filme ruim. Dá sono do começo até metade da metade, pois eu consegui assistir só meia hora .