Duas irmãs descendentes de feiticeiras tentam levar uma vida normal, mas sofrem com uma maldição que diz que todo homem que se apaixona por uma integrante de sua família é levado à morte.
1. Trama. O livro "Practical Magic" foi lançado em 1995 e rapidamente os Estúdios Warner comprou os direitos para a adaptação para o cinema. Há quem diga que o filme muda bastante coisa que o livro contou. É um conto muito simples em sua jornada,a narrativa inicial já explica do que a história irá valorizar,romance e amizade. Em outros pequenos momentos a história consegue falar sobre a dor da despedida e cria bem um ambiente fazendo com que as duas protagonistas se distanciem uma da outra. Sempre ouvi na época de lançamento que esse filme era muito simples em seu enredo,sem grandes momentos e revendo hoje,realmente vejo que continua sendo um dos mais contidos filmes daquele ano. A estrutura dramática cheia de magia dar muito espaço na reta final para romances que aparecem que não conseguem animar o filme e o pior de tudo são os dois "galãs" escalados para a atração que não consegue arrancar nenhum suspiro ao longo. O filme brinca muito na questão das duas irmãs.Uma recatada demais,outra já é mais aventureira. Os momentos das protagonistas diverte bastante o filme e quando estão juntas funciona ainda melhor. O filme teve uma bilheteria abaixo do esperado,mas mesmo assim com o passar dos anos o filme ganhou status de cult. A trilha sonora é muito bem montada e enriquece o filme principalmente nas cenas românticas. O figurino traz uma boa variedade de peças,onde mescla entre o passado e o presente sem perder o brilho em algum momento.
2. Direção. Foi o primeiro filme de expressão de Griffin Dunne depois do horrível "A Lente do Amor". É visível as limitações do diretor aqui,principalmente na reta final onde necessitava de um pouco mais de emoção em algumas cenas. O uso dos efeitos visuais piora muita coisa na trama.Outros tantos assuntos desnecessários surgem deixando o filme ainda mais vagaroso. Em alguns momentos o diretor tenta alongar demais a história e acaba perdendo a mão em muitas cenas,uma sorte esse filme conseguir terminar no tempo certo. Em algum momento esse filme lembra pequenos trechos de "O Exorcista" e o final lembra ainda mais onde a entidade ganha um pouco mais de espaço na história.
3. Nicole Kidman. A própria Sandra Bullock exigiu que Nicole fosse sua companheira no filme e avisou aos produtores que só participaria se ela fosse aceita para o papel. Nicole estava numa fase conturbada na carreira,tinha acabado de sair das filmagens de "De Olhos Bem Fechados" e tinha divorciado de Tom Cruise recentemente. Sua personagem é muito controversa em relação ao papel de Sandra e o filme consegue manobrar bem essa situação. Todas as suas aventuras em festas,ao lado de pessoas estranhas e um romance meio destrambelhado faz dela uma personagem sem medo de ser feliz.
4. Sandra Bullock. A atriz vinha de um fracasso tremendo em "Velocidade Máxima 2" e aceitou esse justamente para ser esquecida do seu trabalho no filme anterior. Sandra sempre caiu bem no estilo meiga apaixonada e temos doses altas durante todo esse filme. O luto de um amor perdido faz com que ela tire de letra a situação com uma boa atuação e em certos momentos muito melancólica. Toda a parte dramática do filme funciona muito a partir de sua presença.
5.Nota. É um conto nostálgico,infelizmente,mal dirigido e produzido,chegou numa época onde os filmes de bruxinhas já não tinha o mesmo impacto.O filme é salvo apenas por seu elenco,principalmente pelas duas protagonistas e seus carismas de sempre. Saindo disso,não temos ninguém para ser lembrados. Tem muito material,principalmente dramático,mas uma direção ineficaz coloca tudo a perder.
1. Trama.
O livro "Practical Magic" foi lançado em 1995 e rapidamente os Estúdios Warner comprou os direitos para a adaptação para o cinema. Há quem diga que o filme muda bastante coisa que o livro contou.
É um conto muito simples em sua jornada,a narrativa inicial já explica do que a história irá valorizar,romance e amizade. Em outros pequenos momentos a história consegue falar sobre a dor da despedida e cria bem um ambiente fazendo com que as duas protagonistas se distanciem uma da outra. Sempre ouvi na época de lançamento que esse filme era muito simples em seu enredo,sem grandes momentos e revendo hoje,realmente vejo que continua sendo um dos mais contidos filmes daquele ano. A estrutura dramática cheia de magia dar muito espaço na reta final para romances que aparecem que não conseguem animar o filme e o pior de tudo são os dois "galãs" escalados para a atração que não consegue arrancar nenhum suspiro ao longo.
O filme brinca muito na questão das duas irmãs.Uma recatada demais,outra já é mais aventureira. Os momentos das protagonistas diverte bastante o filme e quando estão juntas funciona ainda melhor.
O filme teve uma bilheteria abaixo do esperado,mas mesmo assim com o passar dos anos o filme ganhou status de cult.
A trilha sonora é muito bem montada e enriquece o filme principalmente nas cenas românticas. O figurino traz uma boa variedade de peças,onde mescla entre o passado e o presente sem perder o brilho em algum momento.
2. Direção.
Foi o primeiro filme de expressão de Griffin Dunne depois do horrível "A Lente do Amor". É visível as limitações do diretor aqui,principalmente na reta final onde necessitava de um pouco mais de emoção em algumas cenas. O uso dos efeitos visuais piora muita coisa na trama.Outros tantos assuntos desnecessários surgem deixando o filme ainda mais vagaroso. Em alguns momentos o diretor tenta alongar demais a história e acaba perdendo a mão em muitas cenas,uma sorte esse filme conseguir terminar no tempo certo.
Em algum momento esse filme lembra pequenos trechos de "O Exorcista" e o final lembra ainda mais onde a entidade ganha um pouco mais de espaço na história.
3. Nicole Kidman.
A própria Sandra Bullock exigiu que Nicole fosse sua companheira no filme e avisou aos produtores que só participaria se ela fosse aceita para o papel. Nicole estava numa fase conturbada na carreira,tinha acabado de sair das filmagens de "De Olhos Bem Fechados" e tinha divorciado de Tom Cruise recentemente.
Sua personagem é muito controversa em relação ao papel de Sandra e o filme consegue manobrar bem essa situação. Todas as suas aventuras em festas,ao lado de pessoas estranhas e um romance meio destrambelhado faz dela uma personagem sem medo de ser feliz.
4. Sandra Bullock.
A atriz vinha de um fracasso tremendo em "Velocidade Máxima 2" e aceitou esse justamente para ser esquecida do seu trabalho no filme anterior. Sandra sempre caiu bem no estilo meiga apaixonada e temos doses altas durante todo esse filme. O luto de um amor perdido faz com que ela tire de letra a situação com uma boa atuação e em certos momentos muito melancólica. Toda a parte dramática do filme funciona muito a partir de sua presença.
5.Nota.
É um conto nostálgico,infelizmente,mal dirigido e produzido,chegou numa época onde os filmes de bruxinhas já não tinha o mesmo impacto.O filme é salvo apenas por seu elenco,principalmente pelas duas protagonistas e seus carismas de sempre. Saindo disso,não temos ninguém para ser lembrados. Tem muito material,principalmente dramático,mas uma direção ineficaz coloca tudo a perder.
>Revisto em 04 de Outubro de 2026
As duas no auge da carreira! Filme sessão da tarde mas interessante de ver!
REVISÃO EM 10/09/2026
Continuo achando bobo, confuso e uma sequência 30 anos depois totalmente desnecessária.
Às vezes é tão bom assistir um filme vibe sessão da tarde. Que delicinha de filme
Sandra Bullock e Nicole Kidman em seus auges numa completa sessão da tarde.
Bobinho.