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Data de lançamento
9 Jan. 1931Duração
Enrico Bandello (Edward G. Robinson), um assassino profissional, e seu motorista cúmplice Joe Massara (Douglas Fairbanks Jr.) chegam em uma cidade grande e são contratados por um mafioso. Porém, após um roubo e um assassinato, as coisas tomam rumos imprevisíveis.
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Uma das primeiras aulas de como fazer filme de gângster! Com uma atuação assustadora e comovente do vilão por Edward G Robinson! Que rapidamente sobe os degraus da máfia para se estabelecer como o perigoso Rico ou Little Caesar! Algumas situações envelheceram mas nada que atrapalhe o conteúdo final!
Um dos primeiros clássicos do gênero Gangster com grande interpretação de Robinson no papel que o lançou para o estrelato. O roteiro guarda algumas semelhanças com o SCARFACE de Hawks e é até ousado na sua insinuação de que Rico é apaixonado pelo seu amigo (um meio apagado Fairbanks Jr.).O diretor LeRoy consegue criar alguns momentos visuais memoráveis e o filme se segura razoavelmente bem até hoje.
Reassistido em 19/01/2026, com áudio e trilha originais, via YouTube.
A cada dois ou três anos, costumo rever alguns clássicos do gênero gangster em preto e branco, e "Alma no Lodo" continua atemporal. Este filme é um marco fundamental por estabelecer o arquétipo do gângster moderno no cinema e por ter lançado Edward G. Robinson ao estrelato.
O astro é o grande destaque desta arrojada trama, baseada no célebre romance homônimo de W. R. Burnett. Douglas Fairbanks Jr. entrega uma ótima atuação como coadjuvante e o elenco de apoio não decepciona.
A primeira vez que vi este clássico foi no Centro Cultural SP, em meados da década de 90, sob o título original "Little Caesar" (ou "O Pequeno César"). Trata-se de uma pérola do cinema de gângster — precursor do estilo film noir — que merece ser apreciada e revisitada por todo cinéfilo inveterado.
Esse é um pequeno grande filme da era pré-código. É aquela velha história de um gangster pé rapado, que num lance de "sorte", se torna chefão, só para mais tarde, assistir tudo ir por água abaixo. Trata-se de uma narrativa basilar para o subgênero de cinema policial.
Como um produto do período de transição do cinema mudo para o falado, não é difícil perceber como "Little Caesar", em alguns momentos, se inclina para gêneros que já eram bem consolidados entre o público. Acho que esse é um grande filme justamente pela força das suas imagens.
Rico é um dos gangsters mais complexos do cinema. Extremamente explosivo, mas ironicamente abstêmio e muito preocupado com a sua imagem. Há um homoerotismo latente aqui, de um modo que é impossível não pensar "eles fizeram isso". Bem bolada aquela cena em que a câmera passeia entre um grupo de mafiosos, nos apresentando cada um deles. Onde será que eu vi isso antes? Hum... Scorsese?
Sem preconceito algum, pessoal - não me levem a mal, mas achei o personagem de Rico um tanto gay. Fui pesquisar e… pimba!