Data de lançamento
14 Jan. 2016Duração
"O intuito inicial desta viagem era gravar as canções indígenas e fazer um remix eletrônico. O que eu não imaginava era que essa seria a experiência mais forte de toda a minha vida!" - Alok Petrillo
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Muito especial ter o Alok - homem branco - engajado na luta indígena. Fico feliz.
Infelizmente muitas aldeias tiveram que adaptar suas culturas (ocidentalizando dinâmicas estruturais dos cantos e músicas, adotando visuais e elementos de outras etnias/regiões) para turismo exótico e espiritual, para não morrer de fome, diante do descaso e abandono. Isso abre um espaço enorme para a danonização ("um danoninho vale por um bifinho) das experiências espirituais com as sagradas medicinas do rapé, da ayahuasca e do kambô. Dito isso, ao menos o Alok se deixou tocar pela experiência e parece disposto a auxiliar estes grupos indígenas. Justo, diante dos milhões que virão com as mixagens dos cantos nativos. Eis a vida contemporânea.