Queria ver mais o horror corporal, mas esse desejo parte, em grande medida, por puro capricho meu. Afinal de contas, a diretora neste longa tem algo a dizer com essa obra e esse ''algo a dizer'' consegue ser dito com muita criatividade.
Gosto do modo visceral que Alpha mostra como as merdas que fazemos, em grande parte, são resultados das merdas que vivenciamos. E é bonito, mesmo que de um jeito meio torto, a alegoria sobre se abrir à complexidade do outro, antes que tudo vire pó.
O filme é classificado como terror ou body-horror em alguns sites, o que pode desencaminhar as expectativas de quem procura os gêneros citados. O que há aqui é um drama altamente simbólico, com apenas alguns laivos de sci-fi, que trata de culpa, luto e perda. A trama é conduzida com segurança, deixando dúvidas que serão preenchidas com maestria posteriormente. As atuações são todas impecáveis.
Queria ver mais o horror corporal, mas esse desejo parte, em grande medida, por puro capricho meu. Afinal de contas, a diretora neste longa tem algo a dizer com essa obra e esse ''algo a dizer'' consegue ser dito com muita criatividade.
Que filme lindo!
A cabeça dessa mulher me fascina de tal maneira.
Gosto do modo visceral que Alpha mostra como as merdas que fazemos, em grande parte, são resultados das merdas que vivenciamos. E é bonito, mesmo que de um jeito meio torto, a alegoria sobre se abrir à complexidade do outro, antes que tudo vire pó.
O filme é classificado como terror ou body-horror em alguns sites, o que pode desencaminhar as expectativas de quem procura os gêneros citados. O que há aqui é um drama altamente simbólico, com apenas alguns laivos de sci-fi, que trata de culpa, luto e perda. A trama é conduzida com segurança, deixando dúvidas que serão preenchidas com maestria posteriormente. As atuações são todas impecáveis.