Dirigido por
Data de lançamento
9 Set. 2016Duração
Documentário dos diretores Brian McGinn e Rod Blackhurst que examina os incidentes do suposto assassinato imputado a Amanda Knox em 2007, na cidade de Perúgia, Itália. Serão mostradas imagens inéditas da história de um homicídio que se arrastou por quase oito anos e até hoje ninguém tem certeza quem é o culpado.
Sem anúncios
Aproveite o melhor do Filmow sem interrupções
Eu já vi dezenas e mais dezenas de documentários sobre falhas da justiça por inúmeros erros grotescos ou não, mas esse aqui está no top 10 facilmente.
É tudo conduzido na base do achismo, do "disse me disse" e praticamente nada técnico e minucioso de um crime tão brutal assim. O promotor estava se deliciando com os apertos de mão por onde passava e se achando o Sherlock Holmes HUAHUAHUAHUA. A mídia sensacionalista então, nem se fala, espremendo até a última gota da espetaculização do caso.
Tudo é bizarro nessa história, principalmente as narrativas completamente fantasiosas e as evidências físicas PATÉTICAS, pra dizer o mínimo, dos que tentaram acusar o Raffaele e a Amanda.
Esse caso da Amanda é muito parecido com o dos Nardoni, igualmente julgados e condenados pela mídia. Em comum, perícias frágeis, investigações mal conduzidas, narrativas ficcionais e atuação de promotores e delegados vaidosos, mais interessados em holofotes do que em justiça. Para entender melhor as inúmeras falhas cometidas durante a investigação do caso Nardoni, vale a leitura de O Pior dos Crimes, do jornalista Rogério Pagnan. Nos dois casos, a imprensa teve papel decisivo na construção de enredos sensacionalistas, alimentando teorias da conspiração sem qualquer base factual. A verdade foi soterrada por manchetes criadas para vender medo, indignação e cliques. Peritos, delegados e promotores se deleitaram com a exposição midiática e renunciaram à verdade em nome do espetáculo.
"O tribunal atribuiu falhas atordoantes na investigação e apontou o aumento da atenção da imprensa como fator que impulsionou uma busca frenética por culpados".
"Eles cometeram erros abomináveis e ficaram obcecados com teorias ridículas".
"Acho que as pessoas amam monstros. Então, quando têm uma chance, elas querem vê-los. As pessoas projetam seus medos. Elas querem a reconfirmação de que sabem quem são as pessoas ruins e que não são elas".
é interessante ver que esse caso divide tantas opiniões… nunca saberemos…
Algo que poderia render um conto ainda mais extraordinário se não fosse uma preguiça tremenda por conta da produção.Muita coisa apressada e muita coisa sem explicações.
>Assistido em 22 de Julho de 2024
Se ela realmente matou não dá para saber, pois as provas contra ela são fraquíssimas.... o promotor e o jornalista são dois ridículos!