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A belíssima prostituta Yvette (Brigitte Bardot) torna-se amante do influente defensor público Andre (Jean Gabin). Apesar de ter dinheiro o suficiente para cobri-la de jóias e peles raras, Andre sabe que não consegue comprar o coração da moça. O corpo e a alma de Yvette pertencem ao belo estudante Mazzetti (Franco Interlenghi), um jovem ciumento e perigoso que fará de tudo para terminar o caso de sua namorada com o advogado.
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A cinematogria francesa raramente me apetece, os caras apelam para histórias com sexo acrescido à banalidade, o vazio é imenso nesses filmes, sem falar nas promiscuidades.
É o caso de "Amar é Minha Profissão", uma história bem moderna para os anos 1950, história digna de "Cidade Alerta": um trisal que acaba em um dos amantes assassinato por ciúmes, hipocrisia progressita.
Muita gente endeusando a Brigitte Bardot, os elogios são mais para a beleza física do que pela interpretação. Aliás, artisticamente ela não agrega em nada em seu fútil personagem.
O que falar deste título "Amar é Minha Profissão", como assim? Uma ladra e prostituta individualista que só busca o prazer carnal momentâneo e a vida boa nas custas do sugar daddy, duas coisas que ela consegue com os dois amantes, Mazzetti (Franco Interlenghi) e André Gobillot (Jean Gabin). Talvez faria mais sentido se o título fosse: "Roubar é Minha Profissão".
Outra questão na história que é bem estranha é a atitude da esposa de André Gobillot, Viviane Gobillot (Edwige Feuillère). Sabendo do relacionamento do marido com a "cliente", seu modo de agir é passivo e quase que compreensível. No mínimo estranho. Talvez essa atitude seja sustentada pela dependência financeira.
Infelizmente, Yvette Maudet (Brigitte Bardot) tem um final esperado para quem escolhe viver buscando somente a satisfação do corpo, sem dar atenção à vida interior, às emoções e à espiritualidade.
Não achei nada de especial . BB está muito bonita no filme mais quando chora , não convence . É uma estória manjada de mulher jovem que finge amar um homem bem mais velho ( e sabemos o motivo ) . Achei o final muito bom .
Assisti tentando esquecer que a Bardot é uma baita duma homofóbica e consegui ir até o fim do filme, que é bom, diga-se de passagem. Separar o criador da sua arte ainda é complicado pra mim.
Bardot e Gabin, dois deuses.
Mesmo atuando com Jean Gabin, deus do cinema francês, Brigitte Bardot no auge de sua beleza espontânea e limpa, rouba todas as cenas em que aparece, e até as que não surge. A bunda da BB é mais conhecida que os peitos de Jayne Mansfield, mas ela consegue se destacar além disso, por ser uma boa atriz, talvez por isso o mundo não a tenha perdoado por envelhecer.
Apesar de não ser um filme muito cultuado, é muito bom, mostrando o envolvimento de um defensor público com uma prostituta, que por sua vez nutre um relacionamento conturbado com um homem violento e ciumento. O título nacional Amar é minha profissão não me agrada muito, mas o título original também não é lá essas coisas.