Uma garota do interior conta uma pequena mentira para um rico empresário e dá início a uma série de confusões. Musical de Deanna Durbin baseado no roteiro The Good Fairy, de Preston Sturges, dirigido por William Wyler nos anos 30.
O oitavo filme de Deanna Durbin com pior nota do IMDB e, realmente, não está entre os melhores protagonizados pela atriz. É o ante do antepenúltimo filme de Deanna, e, pela milésima vez, temos o mesmo plot envolvendo mentiras que geram confusões, sendo que a desse filme ainda não é lá uma mentira que poderia sustentar uma narrativa por tanto tempo, além de não ser tão bem executada assim. Entretanto, continua sendo um bom filme pois Deanna carrega qualquer trama, seja pela beleza, atuação, timming cômico ou pelos números musicais. É mais um desses filmes da última fase de Deanna, focados na comédia romântica, numa época mais cínica, dominada pelo noir. Mesmo assim, Deanna foi, se não me falha a memória, a atriz mais bem paga dessa década. O humor do filme ajuda a salvar bem, com boas piadas e bom timming dos atores, embora a piada da barba seja repetitiva, só se salvando na parte do barbeiro. Aliás, qual o problema dos estadounidenses com barba? Sempre fazem piadas com isso, é o equivalente ao óculos nas personagens femininas, sendo que nem óculos, nem barba deixam ninguém mais feio. Embora, verdade seja dita, depois que o ator tira a barba ficou parecendo que substituíram por outro, surreal o quanto o cara mudou. Outro ponto positivo é a interação de Deanna com o garçom, inclusive na cena do cinema, que faz uma crítica pertinente, do nada é verdade, mas pertinente mesmo assim, ao Código Hays. Inclusive, isso expõe outro problema da narrativa, que leva quase meia hora para finalmente ir ao ponto, que era a mentira contada ao ricaço, demonstrando que isso realmente não sustentava um longa metragem. Aliás, se bem me lembro o ator do milionário já tinha interpretado o pai de Deanna em outro filme, o que sem querer torna a paixão dele por ela mais estranha kkkkkk. Ainda, a conclusão é meio apressada. Agora, algo que eu achei meio curioso nesse filme é que ele tem um figurante usando TAPA-OLHO. Alguém já viu um figurante usando tapa-olho? Porque? Qual o motivo? Negócio estranho. Aliás, o filme ainda trás uma coincidência curiosa. George Prescott aparece na vitrine do escritório do personagem, mas a cena é cortada, aparecendo apenas "George Pres", como se fosse presidente. Ainda, a personagem de Deanna tem o sobrenome de Ginglebusher. George Bush. Estranha coincidência. Nota: 7.3.
O oitavo filme de Deanna Durbin com pior nota do IMDB e, realmente, não está entre os melhores protagonizados pela atriz. É o ante do antepenúltimo filme de Deanna, e, pela milésima vez, temos o mesmo plot envolvendo mentiras que geram confusões, sendo que a desse filme ainda não é lá uma mentira que poderia sustentar uma narrativa por tanto tempo, além de não ser tão bem executada assim.
Entretanto, continua sendo um bom filme pois Deanna carrega qualquer trama, seja pela beleza, atuação, timming cômico ou pelos números musicais. É mais um desses filmes da última fase de Deanna, focados na comédia romântica, numa época mais cínica, dominada pelo noir. Mesmo assim, Deanna foi, se não me falha a memória, a atriz mais bem paga dessa década.
O humor do filme ajuda a salvar bem, com boas piadas e bom timming dos atores, embora a piada da barba seja repetitiva, só se salvando na parte do barbeiro. Aliás, qual o problema dos estadounidenses com barba? Sempre fazem piadas com isso, é o equivalente ao óculos nas personagens femininas, sendo que nem óculos, nem barba deixam ninguém mais feio. Embora, verdade seja dita, depois que o ator tira a barba ficou parecendo que substituíram por outro, surreal o quanto o cara mudou. Outro ponto positivo é a interação de Deanna com o garçom, inclusive na cena do cinema, que faz uma crítica pertinente, do nada é verdade, mas pertinente mesmo assim, ao Código Hays. Inclusive, isso expõe outro problema da narrativa, que leva quase meia hora para finalmente ir ao ponto, que era a mentira contada ao ricaço, demonstrando que isso realmente não sustentava um longa metragem.
Aliás, se bem me lembro o ator do milionário já tinha interpretado o pai de Deanna em outro filme, o que sem querer torna a paixão dele por ela mais estranha kkkkkk. Ainda, a conclusão é meio apressada.
Agora, algo que eu achei meio curioso nesse filme é que ele tem um figurante usando TAPA-OLHO. Alguém já viu um figurante usando tapa-olho? Porque? Qual o motivo? Negócio estranho. Aliás, o filme ainda trás uma coincidência curiosa. George Prescott aparece na vitrine do escritório do personagem, mas a cena é cortada, aparecendo apenas "George Pres", como se fosse presidente. Ainda, a personagem de Deanna tem o sobrenome de Ginglebusher. George Bush. Estranha coincidência.
Nota: 7.3.