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Data de lançamento
10 Março 2010Duração
O ano é 1942. Joseph tem 11 anos e nesta manhã de junho, deve ir para a escola. Uma estrela amarela é presa em seu peito. Ele tem o apoio de um comerciante de mercadorias e por outro lado, a ironia e zombaria de um padeiro. Entre bondade e desprezo, Joseph, seus amigos Judeus, suas famílias, aprendem a viver numa Paris ocupada, sobre a colina de Montmartre, onde eles se abrigavam. Pelo menos, é o que achavam, até a manhã de 16 de Julho de 1942, quando sua frágil felicidade desmorona. Do Velódromo D'Hiver, onde 13.000 Judeus estão espremidos, até o campo de Beaune-la-Rolande, de Vichy (Cidade Francesa ao sul de Paris) ao Terraço de Berghof, (Residência de Hitler nos Alpes, na Bavária) La Rafle (Título em Francês) segue os reais destinos das vítimas e dos carrascos. Daqueles que orquestraram tudo, daqueles que confiaram neles, daqueles que fugiram, daqueles que se opuseram. Cada personagem desse filme, existiu. Cada evento, até os mais extremos, ocorreu naquele verão de 1942.
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Que tristeza, meu Deus...
"ACREDITO QUE CADA LÁGRIMA QUE É DERRAMADA DE UM INOCENTE, SERÁ UM TESTEMUNHO DE VINGANÇA CONTRA AQUELES QUE UM DIA A FIZERAM CAIR "
Filme 🎬que faz duvidar 🤔do caráter😔 e da compaixão😢 dos seres humanos🤮. Até que ponto pode chegar a maldade⚡ humana😭, penso comigo que daqui há 100 anos☄️ ninguém👨👩👧 de nós estará aqui ⚰mais🌎, então porque semear a MALDADE☠️ em vez do AMOR❤️?
" CHEGAMOS COM NADA; COM NADA LEVAREMOS"
📅Assistido em 14 de outubro de 2023
✍️Dou nota 7.5 de 10
acho que já disse
Uma direção competente de Rose Bosch.Comanda com tranquilidade a história,mostra bem todos os personagens e mesmo com o vasto elenco,temos tempo para cada um se apresentar com dignidade dentro da trama.A direção de arte recria bem os ambientes e temos uma Fotografia destruída pela Guerra.
>Assistido em 30 de Maio de 2019
O começo é bem afetadinho. Criancinhas meigas e engraçadinhas (chatinhas), famílias felizes e amorosas (comercial de margarina), situações de afago entre franceses e judeus (forçaaaaado)... aí toca uma musiquinha tenebrosa e começa o drama, aí fica médio afetadinho. Quer dizer, não que a história seja boa, a narrativa é que é boa. Vale o relato histórico e pela aula de história, mas a execução não é das melhores. Muito forçado. OK que os lados são claros, quem é o vilão e quem é o mocinho, mas precisava retratar as crianças de forma tão Carrosel do SBT, chega parecerem meio retardados. Nossa, e o menorzinho? Que guri insuportável, pior que o Sirino.
Fazer contrastes diretos entre a vida hostil dos judeus e a total falta de sentimentos regada a boa vida do pessoal de Hitler é uma estruturação piegas, uma ferramenta amadora de criar empatias. Enquanto os judeus levam uns tapas, as mulheres ao redor de Hitler tomam drinks em torno da fogueira, dançam e jantam com fartura. Enquanto os judeus passam fome em um alojamento imundo, Hitler e seus próximos fazem piquenique no campo e nadam no lago.
Toda essa afetação estraga a boa narrativa. O filme fica massante. Existem dezenas de bons filmes que retratam esse pesadelo de forma mais profissional, séria, com estrutura e roteiros bem pensados. Esse aqui consegue estragar uma excelente premissa.
E o ursinho do Sirino ficando de fora do trem enquanto as portas fecham? Argh... é muito ruim, misericórdia. Dou uma estrela pela ousadia e pretensão de tratar de um tema tão caro a humanidades.