Paulo (Paulo Vilela) um gay não assumido que divide um quarto com o amigo heterossexual Daniel (Thierry Figueira) e no decorrer da trama se descobre apaixonado pelo mesmo. Revoltado e surpreso ao descobrir a sexualidade do amigo, Daniel acaba afastando-se de Paulo que triste e magoado resolve se abrir com sua melhor amiga Marina (Giovanna Ewbank), que até então sem saber que Paulo é gay cultiva uma paixão por ele. A partir dai um mix de amor, ódio, preconceito e vingança, toma conta da trama.
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Curta Fraco e mal dirigido, Os Atores ficaram meio perdidos.
Não achei os atores piores que o curta, mas faltou mais Naturalidade.
O Roteiro não ajudou também. E O Fim Questionável.
Com uma ''amiga'' dessas, quem precisa de inimigo ?? Sem comentários pra este curta!!!
Assisti de novo e, realmente: é "RUIM" mesmo! Vocês tem razão!
Mudei minha nota.
Aqueles joguetes narrativos que são clichês tolos:
1 - Sim, porque, induzir sensualidade, você deixa a toalha no chão. No mínimo imundo.
2 - Observe que ele toma banho com a luz apagada. Quando o plano corta para o cara na porta, a luz está acesa novamente. Falha de Raccord de iluminação.
3 - Roteiro pobre, tolo.
4 - Diálogos clichês, vazios.
5 - Parece que, em cada cena, o diretor só conhece um ou dois posicionamentos de câmera, como na cena em que ele conta para a amiga que é gay. Só se vê ali campo-contra-campo. Não há aquela expectativa de ver as cenas por outros ângulos, tornando-se óbvia a sequência. Então, quando abre o plano, só deixa aberto e para.
6 - "Eu tenho um conhecido que também pensava que ele era ASSIM, mas depois ele percebeu que não tinha nada disso, que não era nada a ver." e esse diálogo?
7 - As atuações são sofríveis. Parece ensaio de teatro de escola, onde os papeis foram distribuídos ali e gente que nunca se falou tem que contracenas.
8 - Adoro encontrar quebra de Raccord. Na cena em que a personagem é pega se masturbando, quando o amigo recebe o foco, a porta ainda está aberta, quando muda o plano e volta novamente para ele, ela já está fechada... Para completar, no plano seguinte, quando o plano é aberto, vemos que ele já está mais próximo da mesa, induzindo um movimento que não aconteceu aos olhos da câmera. Entendo que determinados erros, tbm relacionados a tipos de raccord, possam passar durante a filmagem, mas deixar que isso prossiga depois da montagem é uma negação.
9 - O final, com a revelação sobre o mandante da agressão, achei interessante, no entanto, pareceu uma ideia final legal, mas terrivelmente trabalhada.
Um dos piores curtas metragens que eu pude assistir! Pavoroso! Atuações canastronas, péssima direção, roteiro tosco. E esse curta nem merece um comentário! Por favor não assistam. Quero meus 25 minutos de volta!