Na década de 1970, em meio às festas black do subúrbio carioca, Carlos reencontra seu ex-namorado, Tony, acompanhado de outra pessoa, reacendendo mágoas embaladas pela soul music.
O trabalho visual e sonoro deste filme é impressionante, no que tange à emulação da estética setentista. Gosto do trabalho de composição dos dois personagens também, dos equívocos que se estabelecem na descoberta de uma relação, insuficientemente assumida como tal. Porém, em determinado instante, o tal poder que vem da fúria, por parte do personagem mais novo, deixa o roteiro requentando uma mesma situação, que se desgasta, fica repetitiva, desperdiça a potência, conduz o curta-metragem para um caminho contrário àquele anunciado. Daí, precisamos nos contentar com a esteticidade, que é obrigada a lidar com o esvaziamento... Em mais de um sentido, aliás! (WPC>)
União, corpos, pernas, beijos, carícias e amor preto de dois homens pretos que, dentro de suas angústias existenciais e sociais, se encontram, se celebram e se amam. Muito bonito.
União, corpos, pernas, beijos, carícias e amor preto de dois homens pretos que, dentro de suas angústias existenciais e sociais, se encontram, se celebram e se amam. Muito bonito.
O trabalho visual e sonoro deste filme é impressionante, no que tange à emulação da estética setentista. Gosto do trabalho de composição dos dois personagens também, dos equívocos que se estabelecem na descoberta de uma relação, insuficientemente assumida como tal. Porém, em determinado instante, o tal poder que vem da fúria, por parte do personagem mais novo, deixa o roteiro requentando uma mesma situação, que se desgasta, fica repetitiva, desperdiça a potência, conduz o curta-metragem para um caminho contrário àquele anunciado. Daí, precisamos nos contentar com a esteticidade, que é obrigada a lidar com o esvaziamento... Em mais de um sentido, aliás! (WPC>)
União, corpos, pernas, beijos, carícias e amor preto de dois homens pretos que, dentro de suas angústias existenciais e sociais, se encontram, se celebram e se amam. Muito bonito.
União, corpos, pernas, beijos, carícias e amor preto de dois homens pretos que, dentro de suas angústias existenciais e sociais, se encontram, se celebram e se amam. Muito bonito.