Dirigido por
Duração
Ken Jorgeson (Richard Egan) é um importante homem de negócios que resolve levar sua esposa Helen (Constance Ford) e sua filha Molly (Sandra Dee) a uma ilha fora da costa de Maine, local onde foi salva-vidas, para passar as tão esperadas férias. Já no resort, Molly conhece Johnny Hunter (Troy Donahue) por quem se apaixona perdidamente. O que eles não sabem é que o pai de Molly, Ken, e a mãe de Johnny, Sylvia (Dorothy McGuire), tiveram uma ardente e intensa paixão na adolescência, exatamente no mesmo resort. O reencontro dos dois irá reacender um amor adolescente que nunca se apagou completamente, criando um clima tenso mesclado de paixão e traição.
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Musica tema marcante
Gostei!
A trilha cancional envolvente e etérea assinada por Max Steiner talvez seja melhor que todo o filme, aliado a esplendorosa fotografia com cores fortes. O Quadri romance envolvendo os quatro personagens principais foi prejudicado pelo roteiro e extensão da obra que para mim se estendeu por demasiado. Conquanto, os idílicos romances e química entre Richard Egan e Dorothy McGuire (romance proibido) e entre Troy Donahue e Sandra Dee (filhos dos protagonistas) parece ser muito óbvio e clichê, mas são fofos. Daqueles romances dramáticos que com certeza fizeram a cabeça de uma geração. Contudo, não é demérito afirmar que Delmer Daves já rodou filmes melhores. Mas, AMORES CLANDESTINOS, tem o seu charme aburguesado.
Vivemos em uma casa de vidro, não vamos jogar nenhuma pedra. Gostei muito ! É uma mistura de drama, romance e suspense e com uma delícia de música tema q marcou o cinema
Gostei não...
Melodrama típico dos anos 1950-1960, com bons atores, direção, cenários etc., mas a melhor coisa de tudo parece ser mesmo a trilha sonora de Max Steiner, boa para se ouvir ainda hoje. A história em si não é lá grande coisa ("amores do passado no presente repetem velhos temas tão banais", como diz a canção de Fernando Lobo), mas dá para se ver muito bem. Chama a atenção ver, em 1959, pessoas falando sobre sexo - pai e filha, como no início do filme -, que não devia ser assim uma coisa tão corriqueira então (mas posso estar enganado). Amores Clandestinos também poderia se chamar Filhos e Amantes (como num romance de D. H. Lawrence), embora o original, A Summer Place, seja imbatível.