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Data de lançamento
23 Abril 1999Duração
Mizuki é infértil. Desesperada por uma criança, ela sequestra um bebê do carro de um casal e o cria como seu filho. Oito anos depois, Mizuki se apaixona por um perdedor, que passa seus dias frequentando bordeis e juntos eles começam uma família disfuncional que não segue nenhuma regra, senão as próprias. Este pink eiga se diferencia da maioria do gênero, por possuir uma atitude punk, abordando questões sociais em um período de dificuldades econômicas e revolta juvenil. Usando de um peculiar humor para analisar a moralidade humana, suas frustrações e fragilidade.
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Marília Mendonça: Sentimento Louco
Desde já, apaixonado por este cineasta: no início, estava achando a trama confusa, não conseguia identificar direito a quem pertencia aquela narração; no final, estava mui satisfeito, pelo modo como o enredo subverte o 'flashback', convertendo o que ere memória em delírio (e/ou vice-versa). Apesar de muito pesada, a história é narrada com desenvoltura erótica e quase cômica, nalguns momentos. Fiquei impressionado com a perversão dos encontros, num âmbito que empata tecnicamente com um de meus filmes favoritos, ANATOMIA DO INFERNO: o uso expressivo da menstruação é genial. E admitamos: quando amamos alguém, precisamos acostumarmo-nos a seus peidos e cagadas (literais e metafóricas), não é? O filme é exatamente sobre isso. Brilhante! (WPC>)
Do meu ponto de vista é um filme muito interessante; trata a possibilidade da família com as tais funções naturais desreguladas...ou em mal funcionamento!