Anhangabaú

Compartilhar
Anhangabaú (2023)
Anhangabaú
Média do filme: 2.7 de 5 — baseado em 7 votos
MÉDIAFILMOW
2.7
7 Avaliações
Minha avaliação:
Salvando
Dirigido por Lufe Bollini
País de origem Brasil 🇧🇷
Duração 96 min (1h36)
Status Em Breve

Dirigido por

Duração

96 minutos
Carregando Publicidade...

Sinopse

Sinopse: Anhangabaú é um documentário sobre as construções simbólicas de uma cidade em disputa. O filme conecta os conflitos pelo território da comunidade indígena Guarani Mbya com a resistência da Ouvidor, a maior ocupação artística da América Latina e do grupo Teatro Oficina Uzyna Uzona, na cidade de São Paulo.

Gênero:
Gênero:

Fotos e Trailers

Filmow+
Ticket de Prata

Sem anúncios

Comprar
Filmow+
Ticket de Prata

Aproveite o melhor do Filmow sem interrupções

  • Navegue sem anúncios
  • Badge exclusivo Filmow+ no perfil
  • Acesso antecipado a novidades
  • Apoie a comunidade cinéfila
Comprar agora

Trailer do dia

Um Choque de Amor | Trailer Legendado

Um Choque de Amor

Comentários 0
amigos querem ver
felipebosobrida
Felipe
1 ano atrás

Premiado no Festival de Gramado como melhor documentário e exibido na Mostra Ecofalante de Cinema de 2024, 'Anhangabaú', de Lufe Bollini, foi exibido pela primeira vez em sessão pública no aniversário de 471 anos de São Paulo, nos dias 24/01, com uma masterclass, e 25/01, na Caixa Cultural (localizado na Praça da Sé), ambas gratuitas. Vi em cabine digital para jornalistas naquela semana e gostei muito. O filme foca num embate cultural em torno das transformações da cidade de São Paulo que, ao expandir como metrópole, ‘apagou’ as histórias indígenas do território. Daí o longa procura resgatar memórias dos povos originários da capital, sucumbidos durante a evolução da maior cidade do país. Uma comunidade indígena que ainda resiste em SP, a Guarani Mbya, junta-se a uma das maiores ocupações culturais da América Latina, a ‘Ocupação Ouvidor 63’, e ao notório ‘Teatro Oficina’ para discutir território, colonização e barbárie. A obra acompanha uma longa jornada de protestos e manifestações desses três grupos que, por meio de seus corpos e vozes, pedem socorro contra a ocupação de bairros tradicionais como o Bixiga, ameaçado pela especulação imobiliária que pode pôr fim aos centros culturais e históricos que lá existem. Enquanto ouvimos os guaranis, membros da ocupação e artistas do Oficina, eles performam nas ruas, fazem discursos contundentes para chamar a atenção à causa social que defendem. Um dos destaques do filme, que acabou tomando conta de pautas jornalísticas recentes, é a luta pela construção do Parque do Rio Bixiga, uma disputa territorial e cultural que existe no entorno do Teatro Oficina Uzyna Uzona desde a década de 1980, que voltou a ser ameaçado pelo grupo Silvio Santos, que possui terrenos próximos e pretende construir arranha-ceús, demolindo assim o espaço que abriga o Oficina desde 1958. E vale lembrar a região destacada anteriormente é o marco zero da capital.
O diretor Lufe Bollini também fez a montagem e a trilha sonora, bem criativas por sinal. Rodado entre 2014 e 2020 na capital paulista, tem inspiração no livro ‘A cidade polifônica" (1993), do antropólogo e arquiteto italiano Massimo Canevacci. É uma produção da Elixir Entretenimento, Kino-Cobra Filmes e Fogo no Olho Filmes e em breve entra em cartaz nos cinemas.
POR FELIPE BRIDA - BLOG CINEMA NA WEB

pseudokane3
Wesley PC>
3 anos atrás

Em diversos momentos deste filme, senti um constrangimento absurdo, a ponto de eu sentir necessidade de pegar uma vassoura e varrer a casa... Pitorescamente, há muitos pontos de contato com os filmes urbanos da Eliane Caffé. Porém, ANHANGABAÚ parece realizar todos os procedimentos que funcionam tão bem nos extraordinários ERA O HOTEL CAMBRIDGE e PARA ONDE VOAM AS FEITICEIRAS, em chave invertida. Tudo o que nestes títulos serve enquanto demonstração efetiva das benesses do filme-processo, aqui aparece de maneira oportunista, exibicionista, inorgânica... Assisti, inclusive, a uma breve entrevista com o realizador, após a sessão, e fiquei chocado quando ele afirmou que "antes da política, quis filmar o afeto", como se fossem coisas separadas - e é justamente nesse sentido que o filme é tão falho, disfuncional e inautêntico: parece que o tal afeto é fingido, exagerado para ser captado pelas câmeras. Aquilo que os demônios da direita e os anti-identitaristas tacham de "lacração" aparece em sua faceta mais alienada (porque repetidamente festiva), tal qual a declaração da artista que diz "rejeitar o feminino, a fim de não se aproximar do belo" (dado que isso foi-lhe prejudicial, no acúmulo narrado de traumas de estupros sofridos). É como se os partícipes invertessem as noções de causa e efeito, investindo num exagero performático, que, mais uma vez, soa tão forçado quanto a apropriação participativa das breves aparições do José Celso Martinez Corrêa. Gosto de como o filme começa a assumir alguma coesão, quando fia-se à luta por continuidade e resistência, de uma comunidade guarani, numa residência ocupada. Mas era tarde e revela-se ainda mais tarde quando a projeção acaba, sem que a massa fique pronta, sem que os ingredientes sejam devidamente remexidos. Trata-se de um amontoado de falhas que, espero, ao menos parecem acompanhados por boas intenções sociológicas, não obstante soçobrar em seu pretenso (e mui pretensioso) experimentalismo, já que é contido e ensaiado em excesso. Definitiva e infelizmente, não gostei. Mas que sirva para incitar alguma mudança... (WPC>)

Carregando Publicidade...
½
1
1½
2
2½
3
3½
4
4½
5

Listas com o filme

Ver todas as listas (1)
Todos Nós Desconhecidos Monstro O Sabor da Vida 20 Dias em Mariupol Anatomia de uma Queda
Top 100 Filmes de 2023
por rads

Elenco de Anhangabaú

Mostrar mais (5)
Fernanda Taddei 0 0

Fernanda Taddei

José Celso Martinez Corrêa 8 104

José Celso Martinez Corrêa

Karai Djekupe 0 0

Karai Djekupe

Sônia Barbosa Ara Mirim 0 0

Sônia Barbosa Ara Mirim

Valter Machado 0 0

Valter Machado

Se você gostou deste filme, confira também estes aqui: