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Data de lançamento
12 Abril 2013Duração
Anina Yatay Salas: um nome e dois sobrenomes palíndromos. Anina vive em Montevideo e vai ao colégio primário; seus coleguinhas lhe enchem o saco por seu nome e sobrenomes. No colégio, Anina tem uma melhor amiga, mas também há uma garota com a qual não se dá nada bem: Yisel. Um dia briga com ela no recreio e a partir daí, começam seus problemas...
Com uma animação de especial beleza, que integra perfeitamente o movimento dos personagens com fundos dignos de livros ilustrados para crianças (Anina se baseia no livro Anina Yatay Salas, de 2003), esta simpática animação tem o sabor do artesanal e também o de um lanche feliz e quente em uma tarde chuvosa.
(livre tradução baseada na sinopse de Javier Porta Fouz, na ocasião da 15º BAFICI - Buenos Aires).
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Animação rica em conteúdo.A mensagem passada precisa ser mostrada à todas crianças na idade escolar.Traz muito de respeito e amizade.
Os gráficos me fizeram lembrar o que foi feito em "Coraline".Os personagens também são curiosos e traz alguns momentos de terror mais contido.
>Assistido em 10 de Outubro de 2018
Muito bobinho, mas achei o estilo de animação bem bonito
Muito leve e fofo. Muita gente achou superficial mas eu já acho o contrário. Trás muita margem para reflexões, além de ser uma ótima oportunidade para quem quer ter contato com o espanhol uruguaio.
Recomendo, é um tipo de filme que todos os pais deveriam assistir com seus filhos. Além do leve poder reflexivo do filme, é cheio de fantasia...
INFANTIL DEMAIS
Queria muito que essa animação uruguaia fosse boa, porque seria mais um orgulho para o cinema latino-americano e está com uma nota bem aceitável no IMDb. Infelizmente, não foi dessa vez e "Anina" é infantil até a medula, sendo recomendável só pra crianças pré-púberes mesmo - o resto vai achar um porre.
Pra piorar, a animação é tecnicamente bem pobre, parece coisa feita por estagiário em Flash Player. E a historinha também não ajuda nada, com aquele lance da carta 'misteriosa' entregue pela diretora da escola causando um pseudo-suspense com a conclusão mais bobinha possível, lembrando um discurso de auto-ajuda do Leandro Karnal ou Augusto Cury.
Do Uruguai, já conhecia o razoável "Whisky" e o bacaninha "O Silêncio do Céu" (que tem atores brasileiros e consegui ver no cinema), além de "O Banheiro do Papa" - este, sem dúvida, o melhor da cinematografia uruguaia entre os que vi até o momento. "Anina" infelizmente é bem inferior a todos eles.