embora a mulher seja mais velha era imatura e o rapaz mais novo era mais maduro,devido aos problemas vividos mesmo sendo tão jovem,embora tenha seus momentos infantis ,isso era para mascarar o sofrimento e a rejeição que a mãe e outras pessoas causavam. O bom é que apesar de tudo pode-se dizer que teve um bom final.
Gostei bastante. Apesar das diferenças, os protagonistas aprenderam um com o outro a ver mais valor em si mesmos, a ponto de sair do comodismo e crescer.
embora tenha havido a separação deles no capítulo final, entendo que isso fez parte do processo de amadurecimento do Kaoru, que por ser mais jovem, era mais impulsivo. No final das contas, ele a conhecia tanto que confiava no amor de um pelo outro. E como disse a professora, às vezes um ponto final marca o início de uma nova frase.
"Ai no, Gakkou." é considerado um drama mais profundo do que o clichê de "romance proibido" pode sugerir, sendo aclamado como uma "obra-prima silenciosa" focada na redenção pessoal e no poder transformador do amor e do aprendizado.
Gostei,
embora a mulher seja mais velha era imatura e o rapaz mais novo era mais maduro,devido aos problemas vividos mesmo sendo tão jovem,embora tenha seus momentos infantis ,isso era para mascarar o sofrimento e a rejeição que a mãe e outras pessoas causavam. O bom é que apesar de tudo pode-se dizer que teve um bom final.
Gostei muito. A história é muito bonita e bem desenvolvida. 01.11.25.
Gostei bastante. Apesar das diferenças, os protagonistas aprenderam um com o outro a ver mais valor em si mesmos, a ponto de sair do comodismo e crescer.
embora tenha havido a separação deles no capítulo final, entendo que isso fez parte do processo de amadurecimento do Kaoru, que por ser mais jovem, era mais impulsivo. No final das contas, ele a conhecia tanto que confiava no amor de um pelo outro. E como disse a professora, às vezes um ponto final marca o início de uma nova frase.
"Ai no, Gakkou." é considerado um drama mais profundo do que o clichê de "romance proibido" pode sugerir, sendo aclamado como uma "obra-prima silenciosa" focada na redenção pessoal e no poder transformador do amor e do aprendizado.