Dirigido por
Duração
Mauro vive em prisão domiciliária.
As tatuagens ajudam-no a queimar o tempo.
Três putos do bairro aproximam-se da sua janela.
Lá fora, o sol bate com a força do meio-dia.
Prémios:
Festival IndieLisboa, Portugal (2009) – Melhor Curta Nacional
Festival de Cannes, França (2009) – Palma de Ouro
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Não há para onde ir, então não há o que fazer.
É bem simples mesmo, até meio sem graça. Mas bacana.
O original é esse aqui, gente:
Apaguem esse.
Fotografia e atuações excelentes, porem achei o roteiro muito simples. Eu particularmente nao gosto de decupagens não dinâmicas, como a desse curta, mas os festivais adoram. Sinceramente, não sei o que Cannes viu nesse filme.