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Data de lançamento
1 Junho 2017Duração
Dois brincalhões extremamente imaginativos, chamados George e Harold, hipnotizam seu diretor e o fazem pensar que é um super-herói incrivelmente entusiasmado, chamado Capitão Cueca.
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Ri muito!
Bem dinâmico.
Animação muito divertida e genial, tem uma ótima história e traços em 3D cativantes.
Iniciada em 1997, nos Estados Unidos, a publicação dos livros do Capitão Cueca pelo autor e ilustrador Dav Pilkey teve uma grande e rápida recepção do público, permitindo que a obra se tornasse uma badalada série literária infanto-juvenil, ganhando versões cada vez maiores ao longo dos anos e sendo traduzida para diversos idiomas. Foi com base nessas histórias que a DreamWorks Animation em parceria com a Scholastic Productions trouxe para os cinemas As Aventuras do Capitão Cueca, sob direção de David Soren (Turbo).
A trama acompanha dois amigos do 4º Ano que se conhecem desde o Jardim de Infância, os inseparáveis George e Harold. Eles passam o tempo inteiro pregando peças nos professores, colegas e principalmente no enraivecido diretor Krupp. O principal passa-tempo dos dois amigos, fora as pegadinhas na escola, é criar histórias em quadrinhos (George é o roteirista e Harold o artista) que vão desde coisas como “A Minhoca que Era Triste” e “A Sra. Que Foi Colocada na Chamada de Espera” até a grande e incomparável produção da dupla, o Capitão Cueca.
O roteiro de Nicholas Stoller, sabe organizar muito bem um enredo que agrada tanto ao público infantil, com um humor meio bobo e recheado de situações que arrancam riso fácil pelo apelo físico, normalmente funcionando como representação exagerada dos adultos, umas das coisas que sempre funcionam como gatilho cômico para as crianças; quanto ao público mais velho, que encontrará piadas (ou uma crítica dura mesmo) ao sucateado e vergonhoso sistema de ensino que se sustenta hoje na maior parte do mundo, com situações sobre o tipo de aula maçante e cheia de “coisas para decorar” até o baixo salário e o cada vez menor valor social dos professores diante dos desmandes dos governos e condições cada vez mais difíceis de trabalho.
Esta boa relação de temáticas ganha mais valor e faz o filme ser ainda mais divertido à medida que as quebras da Quarta Parede acontecem. Isto e a ótima alteração de técnicas de animação. O filme é majoritariamente em 3D, com desenhos de formas bastante arredondadas, normalmente marcados por simpáticas distorções no tamanho dos personagens, tornando-os fofos e ao mesmo tempo fazendo com que o cenário seja bastante aproveitado nos momentos certos, quando acontece de algumas coisas aumentarem demasiadamente de tamanho… Mas aqui e ali aparecem momentos em 2D imitando desenho infantil, ou até mesmo fantoches, cabendo em cada um desses blocos um diálogo com o espectador, seja congelando uma cena para introduzir alguma narração.
Trà-la-la!!
Só quem leu as revistinhas do Capitão Cueca se diverte com esse humor besta e infantil, quinta série, que nem os pestinhas do filme.
A obra de Dav Pilkey é uma uma sucessão de piadas sem noção. Não é um filme de reflexão, parece que o pessoal dos comentários abaixo foi atingido pelo raio do Fraudinha Suja!
Muito divertido.
Eu achei este filme bom e engraçado, só isso. Gostei.
Bem besta, mas gostei dessa vibe diário de um banana que o filme tem.
Vi em 17.01.2023
Netflix