Surpreendente participação de Almir Sater, que se mistura muito bem á fauna marginal do genial Candeias. A seqüência final é de revirar o estômago, de tão primorosa e discursiva. O filme é muito mais contido que outras obras do diretor, ainda que o tom de afresco de sua narrativa (à la Fellini, talvez) nem sempre funcione. Mas, quando acerta em cheio, nossa, que maravilha: as imagens soltas de mendigos, deficientes, aleijados físicos e sociais, personagens típicos e defendidos por este grande mestre do cinema internacional impressionam. Sem contar que a crítica à intelectualidade "externa" do cicerone do protagonista violeiro é mui peculiar, tanto quanto a participação profética do também genial Mojica Marins. Muito bacana, ainda que nem sempre funcional. Um gênio imortaliza-se: a homenagem à Rua do Triunfo é emocionante! (WPC>)
Um retrato cruel e verdadeiro!
Ótimo filme!
Surpreendente participação de Almir Sater, que se mistura muito bem á fauna marginal do genial Candeias. A seqüência final é de revirar o estômago, de tão primorosa e discursiva. O filme é muito mais contido que outras obras do diretor, ainda que o tom de afresco de sua narrativa (à la Fellini, talvez) nem sempre funcione. Mas, quando acerta em cheio, nossa, que maravilha: as imagens soltas de mendigos, deficientes, aleijados físicos e sociais, personagens típicos e defendidos por este grande mestre do cinema internacional impressionam. Sem contar que a crítica à intelectualidade "externa" do cicerone do protagonista violeiro é mui peculiar, tanto quanto a participação profética do também genial Mojica Marins. Muito bacana, ainda que nem sempre funcional. Um gênio imortaliza-se: a homenagem à Rua do Triunfo é emocionante! (WPC>)