Um casal francês de se muda para uma vila local, buscando proximidade com a natureza, onde sua presença inflama dois moradores ao ponto de hostilidade total e violência chocante.
Resumo do filme: A falta que faz uma arma pra auto defesa! (não sei onde até hj as pessoas acham q câmera de celular impede agressão/tiro kkk talvez só se for ao vivo e olhe lá. E um trambolho daquele então, daquela época, pior ainda)
Uma competente proposta fílmica do cineasta espanhol Rodrigo Sorogoyen. Sobre a estória (enredo ficcional), fica a reflexão: "... não existem guerreiros destemidos no mundo real...". Por mais lamentável (e injusto) que se configure, por vezes devemos desistir de algumas "metas" ou "planos" desejados (em favor, mesmo, de elementos e circunstâncias essenciais à nossa trajetória: segurança, paz, tranquilidade...). Ademais, problemas com vizinhos (e circunvizinhos) são sempre um 'infernal' e desgastante aborrecimento. A Galícia (região do noroeste espanhol, onde se retrata geograficamente o filme), talvez por ser uma comunidade autônoma tenha exacerbados sentimentos (em sua população menos escolarizada e instruída, principalmente) de antagonismo em relação aos estrangeiros - ainda mais se os mesmos decidem residir na região (e são prósperos e, inegavelmente, bem letrados!). Tragicamente, em um cenário cada vez mais desigual no mundo, disparidades e diferenças (neste caso, potencializados pela inserção de estrangeiros hipersuficientes em um ambiente social de escassez de recursos, no tocante à população nativa) quase sempre provocam sérios conflitos na habitual convivência - ainda mais se existem interesses financeiros, de natureza indenizatória, de certa forma obliterados pela parte mais "abastada". Considerei, após assistir atentamente à produção, de que a "lição" (em reformarmos planos, quando gravemente necessário) é válida - essencialmente, nos atuais tempos viscerais, onde restrições econômicas e a convivência de realidades domésticas com perspectivas tão distintas podem ser um indesejado "convite", ou mesmo "combustível", em favor de criminosas ações. E também, sinceramente, me sensibilizei com o zelo, a dedicação, a lealdade e o inabalável sentimento de compromisso matrimonial da protagonista! Enfim, uma produção merecedora de boas críticas - e o aplicado olhar do público. Assistido em: 03 de janeiro de 2026, sábado.
Fiquei muito triste e revoltada, como a filha, pelo que aconteceu com o Antonie. Ele só era um cara normal querendo viver a vida dele, cara. Não fez nada para esses otários. Deu pra entender o "lado" deles com o estrangeiro, mas não justifica em nada.
Me deu agonia a Marie ali, como pode ela dormir ali com os dois tão perto? Morri de medo de um estupro
Um BR não iria deixar barato, ou iria embora daquela bosta de vila ou mandava bala
Resumo do filme: A falta que faz uma arma pra auto defesa! (não sei onde até hj as pessoas acham q câmera de celular impede agressão/tiro kkk talvez só se for ao vivo e olhe lá. E um trambolho daquele então, daquela época, pior ainda)
Uma competente proposta fílmica do cineasta espanhol Rodrigo Sorogoyen. Sobre a estória (enredo ficcional), fica a reflexão: "... não existem guerreiros destemidos no mundo real...". Por mais lamentável (e injusto) que se configure, por vezes devemos desistir de algumas "metas" ou "planos" desejados (em favor, mesmo, de elementos e circunstâncias essenciais à nossa trajetória: segurança, paz, tranquilidade...). Ademais, problemas com vizinhos (e circunvizinhos) são sempre um 'infernal' e desgastante aborrecimento. A Galícia (região do noroeste espanhol, onde se retrata geograficamente o filme), talvez por ser uma comunidade autônoma tenha exacerbados sentimentos (em sua população menos escolarizada e instruída, principalmente) de antagonismo em relação aos estrangeiros - ainda mais se os mesmos decidem residir na região (e são prósperos e, inegavelmente, bem letrados!). Tragicamente, em um cenário cada vez mais desigual no mundo, disparidades e diferenças (neste caso, potencializados pela inserção de estrangeiros hipersuficientes em um ambiente social de escassez de recursos, no tocante à população nativa) quase sempre provocam sérios conflitos na habitual convivência - ainda mais se existem interesses financeiros, de natureza indenizatória, de certa forma obliterados pela parte mais "abastada". Considerei, após assistir atentamente à produção, de que a "lição" (em reformarmos planos, quando gravemente necessário) é válida - essencialmente, nos atuais tempos viscerais, onde restrições econômicas e a convivência de realidades domésticas com perspectivas tão distintas podem ser um indesejado "convite", ou mesmo "combustível", em favor de criminosas ações. E também, sinceramente, me sensibilizei com o zelo, a dedicação, a lealdade e o inabalável sentimento de compromisso matrimonial da protagonista! Enfim, uma produção merecedora de boas críticas - e o aplicado olhar do público. Assistido em: 03 de janeiro de 2026, sábado.
Pior saber que foi inspirado em uma história real.. que maldade.
Fiquei muito triste e revoltada, como a filha, pelo que aconteceu com o Antonie. Ele só era um cara normal querendo viver a vida dele, cara. Não fez nada para esses otários. Deu pra entender o "lado" deles com o estrangeiro, mas não justifica em nada.
Me deu agonia a Marie ali, como pode ela dormir ali com os dois tão perto? Morri de medo de um estupro
Vai muito mais além do que “apenas” uma briga entre vizinhos.