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Duração
Titta Di Girolamo tem uma vida enfadonha. Vive num Hotel na Suíça há quase 10 anos e passa os seus dias à espera que algo aconteça. Com uma rotina rígida, Titta ignora os que estão à sua volta e não mostra emoções. Até que um dia decide quebrar uma das suas regras e troca algumas palavras com Sofia, a atraente Barmaid do Hotel. A partir desse momento o terrível passado de Titta começa a revelar-se.
- Indicado à Palma de Ouro no Festival de Cannes 2004.
- Vencedor Melhor Ator (Toni Servillo), Melhor Fotografia (Luca Bigazzi), Melhor Diretor (Paolo Sorrentino), Melhor Filme e Melhor Roteiro (Paolo Sorrentino) no David di Donatello 2005.
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Um Sorrentino ainda engatinhando. Pedante e pretensioso.
Delicioso filme do início a catarse no fim.
O conceito do filme era promissor, mas a introspecção exagerada do personagem e a escassez de eventos tornam a experiência emocionalmente pouco envolvente. A luz e a trilha sonora criam atmosfera, mas não sustentam a narrativa. A fotografia é limpa e organizada, mas falta aquele deslumbre visual que torna outros filmes de Sorrentino inesquecíveis.
- que baita construção de personagem! o diretor trabalha muito bem toda a forma metódica das ações do Titta
- consegue deixar tudo bem misterioso sobre a vida dele e depois explicar de forma convincente
- bem que ele falou que seria perigoso sentar ali
- não lembro de ter visto um filme que mostra a máfia na itália tão atual (e olha que esse já tem 20 anos)
- toda a parte da obsessão dele pela sofia é bem melhor realizada do que o proprio relacionamento que ele tem com ela posteriormente e isso prejudica o desfecho
- mas vi umas teorias sobre os reais sentimentos dele e faz até mais sentido
Um bom filme, boa atuação do Toni Servillo mas faltava um toque de algo que o Paolo Sorrentino mais velho sabe como fazer.