János Valuska, um simples carteiro apaixonado por astronomia, vê sua cidade sofrer uma revolta depois da chegada de um circo e suas atrações: uma baleia gigante e um príncipe medonho com seus seguidores, pessoas simples das cidades vizinhas que ficaram seduzidas pelo seu discurso niilista contra a burguesia local.
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Béla Tarr entrega mais um drama intenso onde as esperanças caem por terra.
- que direção completamente sublime
- toda a fotografia, trilha sonora e sem falar nas cenas em plano sequência, tudo realizado magistralmente
- um filme bastante intimista e niilista, consegue retratar os confins das ideologias do ser humano
deixou a free willy no chinelo
É um filme difícil de se avaliar , feito para um público muito pequeno . A primeira metade do filme achei chatinha mais depois melhora muito . Achei também um tanto confuso e o destaque vai para as cenas exteriores e lentas ( características do diretor ) . O filme também é um tanto melancólico e o tal príncipe não aparece . É um bom filme .
Vencedor em uma das premiações paralelas no Festival de Berlim. O filme é quase como ler James Joyce, você fica meio perdido, sendo levado pelos acontecimentos tentando fazer o cérebro pegar o maior número de informações, sentimentos e detalhes possíveis, isso por si só já faz o filme valer a pena e ser grandioso. A direção é outra coisa deslumbrante à parte. Lógico que gera aquela frustração de não entender todos os personagens com a profundidade que cada um tem, mas as cenas são deslumbrantes mesmo assim. Uma das cenas mais bonitas iniciais de um filme e uma das mais caóticas perto do fim também. Não dá para falar mais, é um filme que precisa ser visto para quem quer o desafio e já aviso que talvez não funcione com a maioria das pessoas.
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