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Duração
Dividido em três episódios que tratam de casamento, adultério e aventuras sexuais num hotel de praia. Em Alice, de Reichenbach, um escritor medíocre divide as atenções entre sua esposa e uma jovem, enquanto um jornalista picareta caça candidatas para fotos eróticas. Em Ana, de Callegaro, marido induz a esposa a conquistar outro homem, também casado, para que possa chantageá-lo com fotos comprometedoras. Em Angélica, de Antonio Lima, mulher suspeita que o marido está acompanhado de uma amante, e confunde realidade e imaginação, projetando romances extraconjugais para ambos.
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- o andamento das histórias é bem truncado, mas da pra entender por se o começo de carreira dos diretores
- 3 contos sobre traição e gaia, bem parecidos inclusive, fácil demais de confundir
- mas o visual é lindo, o preto e branco de encher os olhos, bela fotografia, coisa que algumas obras posteriores do cinema marginal parecem ter se esquecido
Achei todos as três histórias muito bagunçadas, mas temos que levar consideração a então inexperiência dos diretores e a falta de recursos.
A primeira história, dirigida por Carlos Reichenbach (que foi quem me trouxe aqui) é legal, principalmente a primeira parte, depois vira uma bagunciana, a segunda é a mais fraca na minha opinião. E a que mais gostei foi a última.
Um bom filme para ser visto sem pressa, visto que pode confundir o espectador pelo excesso de cenas monótonas (recurso que eu achei bem inserido aqui).
Caso a locação tivesse sido outra, arrisco a dizer que eu provavelmente não teria gostado da mesma forma; o mar funcionou bem entre o limiar das cenas mais eróticas e as mais serenas, algo que é muito difícil de ser alcançado. Pra mim, o terceiro “episódio” foi o mais ágil, impactante e imersivo da obra “As Libertinas” (1968), enquanto que os dois primeiros falharam em alguns aspectos narrativos.
Nossa, quantos homens e mulheres lindos e sensuais... fiu, fiu! Todos maravilhosamente naturais assim como as belíssimas estruturas geomorfológicas que compõem a belíssima praia do filme. Amei a representação dos corpos masculinos e femininos; representação esta que passou longe de ser vulgar.
Nota: 7/10 (bom)
Filme pra se assistir sem muita expectativa. A primeira história (e mais longa) até que começa bem, mas se perde do meio pro fim principalmente depois que
[/spoiler] a Alice do título, que era a amante, vai embora. ainda aparecem aqueles outros personagens e o final acaba ficando extremamente bagunçado e confesso que não entendi direito o que aconteceu...
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[/spoiler] direito à final feliz
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[/spoiler] chantagem com fotos comprometedoras e, pelo que entendi do final, troca de casais (Ainda mostrando no fim uma cena de striptease)
[spoiler]
ruim ruim ruim.
o próprio reichenbach afirmou textualmente que seu cinema só começa a partir de 72.\
até acho que ele fez coisas boas antes disso, mas certamente não esse segmento machista ao extremo do qual pouco se salva. as características estilísticas boas dele aqui estão apenas rascunhadas, e se apresentam bem mais interessantes nos trabalhos que fez adiante.