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Data de lançamento
12 Fev. 1965Duração
Filme em episódios, retratando pequenas aventuras de três mulheres distintas, na forma e no conteúdo. Há a jornalista que escreve sobre as pretensões artísticas de uma princesa, que quer ser estrela de cinema; a esposa que traça planos para reconquistar o ex-marido cheio da grana; e a executiva que contrata um animador sexual latino para aplacar suas ansiedades eróticas.
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Filme em segmentos dirigido por três diretores italianos, e que parece ter sido feito mais para tentar lançar Soraya - então ex-princesa da Pérsia - numa carreira no cinema. O primeiro segmento se destaca dos dois seguintes pelo uso da metalinguagem ao trazer Soraya vivendo ela mesma, uma princesa entediada que está buscando no mundo irreal do cinema uma forma de ter uma vida mais real (inclusive, o segmento inclui rápidas pontas do diretor Michelangelo Antonioni e do produtor Dino de Laurentiis). Mas no todo, falta roteiro para sustentar as três histórias. Resulta em uma obra enfadonha e um bocado sonolenta.
Essa comédia dramática italiana é dividida em três episódios, sendo que cada um deles tem como estrela a bela Soraya, que foi Princesa da Pérsia e também se aventurou pela carreira de atriz, fazendo apenas dois filmes.
Filme pouco conhecido no Brasil, tive a oportunidade de assistir no início dos anos 90, no SBT, numa das raras vezes que o vi sendo exibido na TV. Mais curioso ainda for ele ter sido exibido no Cinema em Casa. Até consegui achar a data que passou, foi no dia 14 de abril de 1992, às 13h45. Ainda não tenho conhecimento de outras exibições.
Lembro muito pouco, só assisti essa vez, e tenho na memória apenas que achei bom, mas nem tanto. Acho que gostei mais do primeiro episódio, dirigido pelo Michelangelo Antonioni.