Após inúmeras tentativas frustradas de cometer suicídio, o nosso herói (Harold Lloyd) conhece por acaso um advogado que está à procura de alguém para fazer papel de noivo, a fim de garantir uma herança para sua cliente (Mildred Davis). A herança é uma casa, a qual seu tio planeja "assombrar" para que, desse modo, ele possa assustá-los e ficar com a propriedade.
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Primórdios do cinema, e bom ver o começo da civilização com cenas de paisagem externas ainda cheio de matagal ou descampados coisa que inexiste hoje em dia.
Divertido em suas proezas pré-suicidas, mas problemático em sua conservação inevitavelmente tramática de uma herança racista. Harold Lloyd não é meu cômico favorito, mas diverte bastante na primeira metade do filme. A segunda metade, que está diretamente relacionada ao título do curta-metragem, é redundante em seus sustos e piadas de cunho pré-conjugal, mas, ao final, divertem, justificam-se bem. Dentro de suas limitações do gênero mudo cômico, curti! :) - WPC>