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Outros títulos
Assombração da Rainha Mary - Brasil
The Queen Mary - Estados Unidos da América
Sinopse
Incidentes misteriosos e violentos ocorrem no cruzeiro de uma família na noite de Halloween em 1938, conectando-se ao destino de outra família no mesmo transatlântico na época atual.
"Haunting of Queen Mary" parte de uma história até certo ponto real, já que o navio Queen Mary existe de verdade e hoje está atracado em Long Beach, afastado definitivamente dos oceanos mas funcionando como hotel temático. O luxuoso transatlântico ficou famoso durante a era de ouro das viagens de navio, transportando celebridades e figuras de alto poder aquisitivo. Durante a 2a guerra foi usado em missões militares, mas sua reputação atravessou o tempo por outros motivos: relatos de aparições e fenômenos paranormais presenciados por turistas, hóspedes e funcionários. O longa se apoia nessas histórias que supostamente ocorreram no navio, construindo uma narrativa que transita entre o passado e os dias atuais.
O filme tem uma fotografia excessivamente escura, o que em minha opinião compromete bastante a imersão e a visibilidade de muitas cenas, dificultando a percepção de movimentos e ações dos personagens. A história também é meio confusa, já que entrelaça duas linhas temporais: o passado (situado no ano de 1938) e o presente. A distinção visual dessas duas épocas é marcada pela mudança nos tons das cenas. A paleta de 1938 é marcada pelo sépia, que contrasta com as cores mais naturais das cenas contemporâneas, permitindo que se identifique em qual linha temporal a narrativa se desenvolve.
O terror é atmosférico e visualmente agressivo. Os sustos são bem utilizados e há uma presença marcante de violência gráfica, o que reforça o caráter sombrio da obra. Apesar das falhas técnicas e estruturais, o filme ousa fugir de padrões convencionais e entrega uma abordagem menos previsível e cheia de camadas. Trata-se de uma experiência que funciona e inquieta. Deu até vontade de fazer um tour pelo Queen Mary.
Nossaa fazia tempo que não assistia um filme tão ruim, mas ruim mesmo, nem vou perder muito tempo em comentar, já basta o que perdi vendo essa bomba gigantesca, que filme nem noção nenhuma, não recomendo nem para meu pior inimigo, minha nota de 0/10 é 1,5.
Lembra o ótimo terror “Navio Fantasma” de 2002, com uma ambientação sinistra e climática, mas os pontos positivos terminam aí, e o filme naufraga, vamos usar este termo aproveitando o cenário de um navio, em uma narrativa confusa que navega (outra metáfora naval) em duas linhas temporais que deveriam se complementar mas que parecem estar desconectadas.
SPOILERS ABAIXO
Aproveitando a fama de amaldiçoado do navio Queen Mary, que ao ser aposentado passou a ser utilizado como atração turística atracado em Long Beach, o filme começa a narrativa em 1938, com um homem assassinando sua esposa e outros passageiros a machadadas e muda abruptamente para os dias atuais, em que Anne (Alice Eve) pretende lançar um livro abordando os supostos acontecimentos sobrenaturais que ocorreram na embarcação.
Os eventos aterrorizantes do passado se mesclam com o presente de maneira confusa em um vai e vem temporal, no qual nada parece fazer sentido. Tudo começa a acontecer sem um motivo claro. Parece que houve a pretensão de fazer um filme com significados ocultos, surpresas, mas tudo virou uma grande miscelânea que, além de tudo, tem duração excessiva e se arrasta em quase duas horas de projeção.
Salvam-se apenas o bom design de produção e os efeitos especiais com bastante gore. O filme consegue ser assustador, mas na chatice e no tédio.
"Haunting of Queen Mary" parte de uma história até certo ponto real, já que o navio Queen Mary existe de verdade e hoje está atracado em Long Beach, afastado definitivamente dos oceanos mas funcionando como hotel temático. O luxuoso transatlântico ficou famoso durante a era de ouro das viagens de navio, transportando celebridades e figuras de alto poder aquisitivo. Durante a 2a guerra foi usado em missões militares, mas sua reputação atravessou o tempo por outros motivos: relatos de aparições e fenômenos paranormais presenciados por turistas, hóspedes e funcionários. O longa se apoia nessas histórias que supostamente ocorreram no navio, construindo uma narrativa que transita entre o passado e os dias atuais.
O filme tem uma fotografia excessivamente escura, o que em minha opinião compromete bastante a imersão e a visibilidade de muitas cenas, dificultando a percepção de movimentos e ações dos personagens. A história também é meio confusa, já que entrelaça duas linhas temporais: o passado (situado no ano de 1938) e o presente. A distinção visual dessas duas épocas é marcada pela mudança nos tons das cenas. A paleta de 1938 é marcada pelo sépia, que contrasta com as cores mais naturais das cenas contemporâneas, permitindo que se identifique em qual linha temporal a narrativa se desenvolve.
O terror é atmosférico e visualmente agressivo. Os sustos são bem utilizados e há uma presença marcante de violência gráfica, o que reforça o caráter sombrio da obra. Apesar das falhas técnicas e estruturais, o filme ousa fugir de padrões convencionais e entrega uma abordagem menos previsível e cheia de camadas. Trata-se de uma experiência que funciona e inquieta. Deu até vontade de fazer um tour pelo Queen Mary.
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O filme tem uma atmosfera sombria e tem algumas partes trash. Mas o terceiro ato foi uma verdadeira bagunça, 🤦🏽♂️🤦🏽♂️
Nossaa fazia tempo que não assistia um filme tão ruim, mas ruim mesmo, nem vou perder muito tempo em comentar, já basta o que perdi vendo essa bomba gigantesca, que filme nem noção nenhuma, não recomendo nem para meu pior inimigo, minha nota de 0/10 é 1,5.
Lembra o ótimo terror “Navio Fantasma” de 2002, com uma ambientação sinistra e climática, mas os pontos positivos terminam aí, e o filme naufraga, vamos usar este termo aproveitando o cenário de um navio, em uma narrativa confusa que navega (outra metáfora naval) em duas linhas temporais que deveriam se complementar mas que parecem estar desconectadas.
SPOILERS ABAIXO
Aproveitando a fama de amaldiçoado do navio Queen Mary, que ao ser aposentado passou a ser utilizado como atração turística atracado em Long Beach, o filme começa a narrativa em 1938, com um homem assassinando sua esposa e outros passageiros a machadadas e muda abruptamente para os dias atuais, em que Anne (Alice Eve) pretende lançar um livro abordando os supostos acontecimentos sobrenaturais que ocorreram na embarcação.
Os eventos aterrorizantes do passado se mesclam com o presente de maneira confusa em um vai e vem temporal, no qual nada parece fazer sentido. Tudo começa a acontecer sem um motivo claro. Parece que houve a pretensão de fazer um filme com significados ocultos, surpresas, mas tudo virou uma grande miscelânea que, além de tudo, tem duração excessiva e se arrasta em quase duas horas de projeção.
Salvam-se apenas o bom design de produção e os efeitos especiais com bastante gore.
O filme consegue ser assustador, mas na chatice e no tédio.