"At Midnight" (2023), dirigido por Jonah Feingold, narra a história de Alejandro e Sophie Wilder. Alejandro é um gerente de hotel que sonha em abrir sua própria rede hoteleira, enquanto Sophie é uma atriz que acabou de terminar um relacionamento com outro astro de cinema. Eles se encontram à meia-noite e um romance começa a florescer.
A química entre os protagonistas é um ponto positivo, mas o filme não consegue escapar dos clichês típicos dos romances. A trama gira em torno do dilema de Sophie em manter as aparências devido à pressão midiática, mas a representação dessa situação parece um tanto ingênua.
Além disso, os personagens secundários não são bem aproveitados, desperdiçando oportunidades para aprofundar a história. No entanto, as locações bem produzidas e algumas tomadas bonitas enriquecem a experiência visual.
No geral, "At Midnight" é um filme curto e esquecível, com diálogos fracos e momentos constrangedores. Embora os protagonistas tenham química, não conseguem compensar a falta de originalidade e os esforços exagerados do diretor para criar uma atmosfera peculiar. Em comparação com o filme anterior de Jonah Feingold, "Dating & New York," que trouxe uma abordagem mais fresca ao gênero romântico, "At Midnight" fica aquém das expectativas, deixando uma sensação de que poderia ter sido mais ousado e original.
Uma história muito batida sobre uma atriz que acabara de terminar um relacionamento com outro astro de cinema e um gerente de hotel metido a cozinheiro, com sonhos de abrir sua própria rede hoteleira. Ao menos há certa química no casal, mas isso não é o suficiente para deixar o filme mais interessante do que poderia ter sido. O grande drama por trás do romance é o fato de que ela precisa manter as aparências devido às exigências midiáticas, por isso a dificuldade em assumir o novo namoro com o rapaz. Entretanto, é difícil imaginar uma atriz com tanta liberdade de ir e vir sem ser vista como apresentado aqui, ou seja, tudo é muito bobinho. Fora isso, os personagens secundários são puro desperdício, como a amiga dela ou a família do rapaz, por exemplo. Outro ponto positivo é que as alocações estão bem produzidas para este tipo de projeto, e há algumas tomadas bonitas pela paisagem. Tirando isso, espere muito clichê, diálogos fracos, e algumas cenas de vergonha alheia, ao menos o filme é curto. E esquecível.
Bem fraca … história ruim e casal sem química. Não deu !
"At Midnight" (2023), dirigido por Jonah Feingold, narra a história de Alejandro e Sophie Wilder. Alejandro é um gerente de hotel que sonha em abrir sua própria rede hoteleira, enquanto Sophie é uma atriz que acabou de terminar um relacionamento com outro astro de cinema. Eles se encontram à meia-noite e um romance começa a florescer.
A química entre os protagonistas é um ponto positivo, mas o filme não consegue escapar dos clichês típicos dos romances. A trama gira em torno do dilema de Sophie em manter as aparências devido à pressão midiática, mas a representação dessa situação parece um tanto ingênua.
Além disso, os personagens secundários não são bem aproveitados, desperdiçando oportunidades para aprofundar a história. No entanto, as locações bem produzidas e algumas tomadas bonitas enriquecem a experiência visual.
No geral, "At Midnight" é um filme curto e esquecível, com diálogos fracos e momentos constrangedores. Embora os protagonistas tenham química, não conseguem compensar a falta de originalidade e os esforços exagerados do diretor para criar uma atmosfera peculiar. Em comparação com o filme anterior de Jonah Feingold, "Dating & New York," que trouxe uma abordagem mais fresca ao gênero romântico, "At Midnight" fica aquém das expectativas, deixando uma sensação de que poderia ter sido mais ousado e original.
Uma história muito batida sobre uma atriz que acabara de terminar um relacionamento com outro astro de cinema e um gerente de hotel metido a cozinheiro, com sonhos de abrir sua própria rede hoteleira.
Ao menos há certa química no casal, mas isso não é o suficiente para deixar o filme mais interessante do que poderia ter sido. O grande drama por trás do romance é o fato de que ela precisa manter as aparências devido às exigências midiáticas, por isso a dificuldade em assumir o novo namoro com o rapaz. Entretanto, é difícil imaginar uma atriz com tanta liberdade de ir e vir sem ser vista como apresentado aqui, ou seja, tudo é muito bobinho.
Fora isso, os personagens secundários são puro desperdício, como a amiga dela ou a família do rapaz, por exemplo.
Outro ponto positivo é que as alocações estão bem produzidas para este tipo de projeto, e há algumas tomadas bonitas pela paisagem.
Tirando isso, espere muito clichê, diálogos fracos, e algumas cenas de vergonha alheia, ao menos o filme é curto. E esquecível.
Fui assistir dublado no paramount plus, que dublagem horrível.
Comédia romântica bem fraca.