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Duração
Filme musical sobre a Cultura Afro Brasileira , cuja estrutura narrativa se traduz por um jogo de búzios , onde a protagonista Ana, vivida pela atriz Tais Araújo, chega atraída pelo chamado do tambor em busca de seu auto- conhecimento e seu caminho . O material filmado em Angola, África, onde no séc. XVII reinou a Rainha Nzinga, guerreira famosa , ilustra o passado da história do negro no Brasil.
Ao longo da narrativa Ana, menina negra recolhida na camarinha do centro de Candomblé, partilha com o espectador seus desejos , lembranças, sonhos e reflexões, através de um diário, escrito pela poetisa Elisa Lucinda.
O filme é todo tecido na teia da percussão, desde o toque ancestral da religião Candomblé até a música contemporânea Afro-brasileira , sob a condução do músico Naná Vasconcelos .
Lançamento: 2007 (Brasil)
Atores: Taís Araújo, , Léa Garcia, Naná Vasconcelos.
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Um filme muito confuso.
Gostei só da narração e do encontro da Thaís com a cantora Carmen Costa.
Uma ode às manifestações culturais afro-brasileiras, o filme é uma pérola estética com fotografia extremamente bela e trilha sonora perfeita. O roteiro é aspecto secundário diante das belezas mostradas, é movimento sem importância perto da qualidade estética do filme. Um colírio para os olhos.
Roteiro fraco, eu diria praticamente sem roteiro, péssima atuação de Taís Araújo e de outros atores. Exaltação da miscigenação como algo bom, fraca denúncia da supremacia branca (racismo), mostrou povos Africanos de maneira muito folclorizada.
O tambor sobreviveu. O povo sobrevive!
''Muitos de nós foram calados pelos senhores da terra, mas não conseguiram silenciar o tambor. E é o tambor que até hoje nos traz o contato e a força com nossos ancestrais e com nossa origem.''