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Data de lançamento
3 Maio 1961Duração
Atlântida, O Continente Perdido retorna à lenda do continente desaparecido de Atlântida ao contar a história do jovem Demétrio, um pescador grego que resgata a bela Antilia de um afogamento em mar aberto. A princesa da Atlântida então convence ao já apaixonado rapaz a retornar com ela ao seu estranho e glorioso reino. Lar de maravilhas e encantamentos, Atlântida também é um povo cheio de desejo e maldade, de ambições da conquistas ilimitadas, e isto acaba por levar a cidade a sofrer a vingança furiosa da própria Terra, desaparecendo em um colapso que a enterrou em um local até hoje desconhecido para o homem.
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O filme mais fraco do mestre Pal, ainda assim serve como passatempo ligeiro...
Pura Nostalgia? Com certeza!
"Atlântida, O Continente Desaparecido", de 1961, antológico épico, produzido e dirigido por George Pal, foi projetado para ter o mesmo sucesso de "A Máquina do Tempo" (1960), mas seus problemas tornaram a produção esquecida nos dias atuais. Em sua exibição na TV teve melhores resultados, estreando por aqui na extinta TV Tupi, em 1978, no programa “Cinerama 78”, sendo reexibido em 1979. Houve exibições também pela TV Manchete nos anos 80.
No elenco principal, temos Anthony Hall, Joyce Taylor, John Dall, Edward Platt, William Smith, entre outros...
Foi o último papel de John Dall para o cinema (1920–1971). Muitos se lembrarão de seu personagem no filme "Festim Diabólico" de Alfred Hitchcock.
"Atlântida - O Continente Perdido" é um clássico cult do gênero aventura e fantasia. É um filme simpático, um pouco mais imaginativo do que deveria, com algumas falhas, mas com efeitos especiais que surpreendem para a época.
Talvez não agrade os mais novos, mas quem assistia filmes nos anos 70 e 80, talvez guarde o filme com carinho. Uma produção que anda meio desaparecida, não sendo fácil de ser encontrada. Agora, tá disponível com legendas no Amazon Prime Vídeo.
Eita filmezinho fraco. Produção B da década de 60.
Belo roteiro, digno de uma superprodução. Entretanto, o filme não empolga, pelo contrário, derrapa em seus diálogos fracos e um desempenho pouco inspirado dos atores, principalmente do protagonista.
Um bom filme, principalmente aos saudosistas